ALDO THE BAND
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ALDO THE BAND

São Paulo, São Paulo, Brazil | Established. Jan 01, 2013 | INDIE

São Paulo, São Paulo, Brazil | INDIE
Established on Jan, 2013
Band Electronic Indie

Calendar

This band hasn't logged any future gigs

Aug
19
ALDO THE BAND @ Casa Do Mancha

São Paulo, São Paulo, Brazil

São Paulo, São Paulo, Brazil

Mar
22
ALDO THE BAND @ Popload Gig with Aldo and @caribou

São Paulo, São Paulo, Brazil

São Paulo, São Paulo, Brazil

Oct
26
ALDO THE BAND @ Bime

Bilbo, Andalusia, Spain

Bilbo, Andalusia, Spain

Music

Press


""MAY BE ONE OF THE BESTS ALBUM OF 2015""

The talent is strong with this band. Chk Chk Chk and LCD Soundsystem Gods would approve!

What band?! I’m talking about Aldo, The Band! They’re a dance explosion waiting to happen featuring brothers from São Paulo, Brazil. Aldo just released their second album, “Giant Flea” (via Ganzá Records) on August 27th. I don’t want to get a head of myself, but seriously, this could be one of the best albums of 2015! Really? Yes, Really! The songs were crafted on that road free and open-minded spirit watered by loads of music under influences ranging from Wilco to DFA and Chet Baker. The band made it to Canadian Music Week in Toronto in 2015.

Listen to six tracks that Indie Underground REALLY LIKES below before listening to the full album stream lower in the post! - Indieunderground.ca


"Discover the Future of Electronic Music in Brazil"

"ALDO prove that the spirit of LCD Soundsystem is alive and well in São Paulo..."

From sunrise techno to mutant funk carioca, Brazil marches to its own beat

Five hundred years ago, sailors spoke of a phantom island shrouded in mist called Hy Brasil. This mythical rock had nothing to do with South America; the name is believed to derive from an Irish clan name, and the island was thought to lie somewhere in the North Atlantic. The Hy Brazil compilation series, on the other hand, is an explicitly Brazilian proposition, one designed to showcase an emerging generation of electronic-music producers scattered across that vast and varied land.

That the series' curator, Novas Frequências artistic director Chico Dub, should draw inspiration from the European sailors' tale seems fitting, because the object of Hy Brazil's search is equally elusive. Like its predecessors, Hy Brazil Vol. 4 asks a simple question: What is the sound of contemporary Brazilian electronic music? The answer, it turns out, is excitingly nebulous.

Brazil's 40% Foda/Maneiríssimo label — home to seixlacK, who also featured on Hy Brazil Vol. 1 — has recently hipped northern listeners to Brazil's emerging scene for left-field electronic music, and it's well represented here. Manara's "Man, Mytho" is sunrise techno in a Joy Orbison-meets-Underworld vein. Bruno Belluomini's "P95G" is a descendant of Chain Reaction's lush-but-linear school. Hip-hop's long history in Brazil comes through in songs by Secchin and No Step, while Carrot Green and Ney Faustini pursue deeper strains of downbeat house and slow-motion breakbeats, and ALDO prove that the spirit of LCD Soundsystem is alive and well in São Paulo.

For those in search of more recognizably local color, Som Peba's "Pagodão Porra" flips Bahian pagode into buzzy trap-rave, and ASShake's "Picole" is a lumbering funk carioca mutation. The "deep baile" act Rio Shock, meanwhile, put a uniquely carioca twist on classic acid house. (Don't miss their stunning "Moleque Transante" video, either.)

Name your own price to download the entire compilation on Bandcamp, along with the three other volumes in the series. Coming up, Chico Dub promises a volume dedicated to canção — that is, he says, "what people think of as Brazilian music, but with some radical new approaches." - SPIN Magazine


"10 Awesome CMW Bands Worth Adding to Your Schedule"

4. Aldo (Brazil): playing Saturday May 9th at Underground Garage at 12 AM

This band sent me the hands-down best email inviting me to their showcase or to do a show that I received during this year’s lead up to Canadian Music Week. The sacrifice and hardships bands like this make to come from countries like Brazil is really inspiring. If you are a fan of LCD Soundsystem and electro-inspired dance pop, then you are going to want to find Aldo during the fest. - Two Way Monologues


"ALDO IS THE NEW BET OF POP"

The first thing you should know is that ALDO is a real person. The other one is that ALDO is also the name of one of the most amazing new brazilian bands in 2013, formed by 2 brothers from São Paulo.

Aldo (the person) is André Faria and Murilo Faria "crazy" uncle from the 80's. Aldo (the band) is their new project, with a new albúm called "IS LOVE". The 8 tracks are very hard to describe, something like electronic-rock, dance-punk, indie-electronic or alternative-dance-music. André (who's also the frontman of Faria & Mori, an indie-rock band from SP) is responsible for vocals and guitars. Murilo Faria (aka DJ Mura) is the guy behind synths, beats and bass lines. For the live gigs they invited the drummer Erico Theobaldo (Telepatiques) and Isi Snake on bass.

Their first gig was last weekend on the small indie venue "Casa do Mancha". Aldo, the uncle, wasn't there in flesh and blood. But he was there in stickers, shirts and music. Because Aldo is a real band. - FOLHA DE SÃO PAULO


"Best Albums 2013 - Popload National"

Não sei se isso é bom (para a cena) ou ruim (para mim), mas nunca ouvi tanta música independente nacional quanto em 2013. Em diversas formas. Banda lançando um álbum inteiro, um EP, só uma música, uma música+vídeo, um crowdfunding para isso e para aquilo. Cara de banda se lançando solo. Gente de banda se juntando a outra gente de banda para formar uma terceira banda. DJ formando grupo. Grupo derivando um DJ. Banda que já tinha acabado (ou que pensávamos ter acabado) voltando. Teve de tudo.

Bandas de Curitiba às pencas, um sem-número delas em SP, estúdios de ponta em Santa Catarina, cena pop forte no Pará, bandas com vocação gringa em Goiânia, agitos electro-indie fortes em Brasília, grupo lançando vinil conceitual no Rio de Janeiro etc etc.

No meio desse melê indie brazuca eu reagi assim a um disco branco com um desenho de um cara na capa que largaram na minha mesa e que ficou rolando por ali até dias depois eu botar para ouvir: “Excelente surpresa da cena paulistana é o disco do ALDO, banda-projeto dos irmãos Murilo e André Faria. O nome Aldo é homenagem ao tio dos Faria, Aldo, segundo eles ‘um doidão dos anos 80, que os fez homens antes da hora’… Tudo funciona de modo impressionante: vocais, batidas, variedade sonora faixa a faixa. De difícil classificação, porque o ritmo no Aldo não é estático, mas “indie-eletrônico” quase disco, quase Cut Copy, quase Blue Orange, não é forçar a barra”.

O nome da banda era o nome de um cara. A foto da capa do CD era um sujeito tipo cabelo black power, caricaturado. A primeira música era quase dois minutos seguidos de um som repetitivo, batidas sequênciais, tudo crescendo até entrar um “James Murphy” cantando “Aldo is a real person. Aldo is a real person. Aldo is a real person. Aldo is a real person. Aldo. Aldo. Aldo”.

Aldo, o cara que inspirou a banda de dois irmãos, o nome dela, a capa do álbum e é tema recorrente das letras, era o tio deles que era malucão, ensinou “tudo” da música e da vida para os sobrinhos, e que depois virou evangélico. E ainda assim autorizou a “homenagem”, porque disco, banda, letras viraram uma questão familiar.
É a melhor história-disco ou disco-história do ano. Claro, na minha opinião.

Esse textinho ali em cima, da minha “surpresa” ao ouvi-los, foi o que eu enterrei num post aqui na Popload que dividia a atenção com outras bandas. Era abril e no tal post eu falava também de Holger, da Karol Conká, do Me & The Plant. Mas logo o Aldo, a banda, THE BAND, ganhava posts solos um atrás do outro aqui na Popload. Depois session. Depois convite para o Popload Festival.

Ih, mano, outra vida outro pique, veio de Goiânia o impressionante Boogarins. Rapaziada adolescente contrariando a vocação da cidade indie-metal, trazendo um bucólico e psicodélico primeiro álbum. Dois adolescentes que montaram uma boa banda ao redor deles para transitar entre o velho clube da Esquina mineiro e o Tame Impala. Os Mutantes e o Jagwar Ma. Ligando Pirenópolis, GO, a Sydney, AUS, num zeitgeist maluco. Ou malucão, melhor dizendo.

Puxam a grande representatividade da cena de bandas curitibanas, aqui chamado de NOVOS CURITIBANOS, o quarteto Audac e seu disco de estreia “especial”. Você sabe, ou devia saber, que a capital paranaense tem duas cenas independentes em uma só, uma espécie de Lado A e Lado B do indie curitibano. E o Audac transita bem nas duas.

A Curitiba que já deu ao mundo (mesmo!) o Bonde do Rolê e seus derivados (a Marina Gasolina Madrid) hoje dá Karol Conká e Subburbia. Tem A Banda Mais Bonita da Cidade, mas tem o Wack! Já trouxe o bombado produtor americano Diplo para dar o molho funk-inferno. E em 2013 puxou o produtor Gordon Raphael para perto para botar as mãos no Audac e tirar esse bonito primeiro disco da banda. Gordon Raphael foi “apenas” o cara que gravou o primeiro EP e o primeiro disco dos Strokes, o “Is This It”, que pautou nossas vidas depois dele. Raphael, por culpa do Audac, caiu em Florianópolis (estúdio Ouié Tohosound) para estabelecer essas conexões Audac-Strokes, Curitiba-Floripa. Não é pouca coisa.

Bem, vamos à lista. Tem um monte de EPs bons que saíram em 2013 no indie nacional e mereceriam um Top 10 separado. Mas não me organizei para fazê-lo. Tomara que esses EPs gerem bons álbuns em 2014. Porque 2013 o que temos, na cabeça da Popload, é assim, bem definido:1. Aldo – Is Love

2. Boogarins – As Plantas Que Curam

3. Audac – Audac

4. Apanhador Só – Antes Que Tu Conte Outra

5. Mixhell – Spaces

6. Emicida – O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui

7. Marina Gasolina – COMMANDO

8. Karol Conká – Batuk Freak

9. Nevilton – Sacode!

10. Stela Campos – Dumbo - Popload.com


"Best Albums 2013 - Omelete.uol.com"

O Omelete convidou jornalistas para listar os cinco melhores discos do ano, nacionais e internacionais, por ordem de preferência. Pela fórmula, o primeiro de cada lista vale dez pontos, o segundo vale oito e assim por diante. Em caso de empate, ganha o disco que teve mais primeiros lugares.

Os convidados foram Pablo Miyazawa (Rolling Stone), Lúcio Ribeiro (Popload), Julião Pacheco (Rádio Estadão, Tenho Mais Discos Que Amigos), Alexandre Matias (Trabalho Sujo e Galileu), Guilherme Guedes (Multishow e Tenho Mais Discos Que Amigos), Marcelo Hessel (Omelete) e Marcelo Costa (Scream & Yell).

MELHORES DISCOS NACIONAIS DE 2013

5º ALDO - Is Love

A dupla paulistana Aldo, formada pelos irmãos Murilo e André Faria, também estreou nas 'paradas' brasileiras este ano. Com Is Love, a banda mostrou seu punk-dance já conhecido nas casas noturnas da cidade. Segundo eles mesmos, as influências da obra vão de CHEMICAL Brothers e LCD Soundsystem a Happy Mondays e Prince. No player abaixo, veja uma apresentação de "Reverse"... - Omelete.uol.com.br


"Aldo's Dancing Hits"

Aldo, um doidão da década de 80, hoje batiza um promissor duo brasileiro de dance music embebida em pop rock. Naquela época, ele foi responsável por apresentar aos sobrinhos Murilo Faria (DJ Mura) e André Faria (Faria Mori) as graças de uma São Paulo underground, o que incluía a Augusta e uns rolês arriscados com rachas na marginal.

Mais tarde, recordando memórias e histórias vividas com o tio Aldo, os irmãos Faria se aventuraram a tirar um som. Os experimentos com synths, beats e guitarras acabaram se tornando o duo Aldo. O homenageado, hoje evangélico, aprovou a transformação de sua biografia em música.

O único fruto musical, por enquanto, é o disco Is Love, que só faz reforçar a vibe afetuosa e nostálgica dos irmãos. Lançadas em abril de 2013, as oito faixas do álbum fazem um encontro delicioso entre a eletrônica, o indie e o dance. Esse clima bom não passou despercebido por Dudu Marote, que chamou os irmãos para o recém-criado selo Ganzá, do Skol Music. Murilo e André agora rumam para o segundo disco.

Não vai ser nada tímido, garantem. - Skol Music


"Molotov festival presents Karina Buhr, Flora Matos and Aldo The Band."

O festival No Ar Coquetel Molotov anunciou, nesta quita-feira 18, o line-up completo 11° edição. Entre os destaques estão a banda espanhola Russian Red, o grupo fracês La Femme, o músico paraense Jaloo, a cantora de hip-hop Flora Matos, o duo de música eletrônica Aldo The Band, a banda paulistana Ink e o show de Karina Buhr com o repertório do grupo Secos e Molhados. As apresentações acontecem no dia 11 de outubro (sábado) na Coudelaria Souza Leão, no bairro da Várzea, no Recife.

Flora Matos derruba as barreiras do sexismo e mostra o poder da internet na divulgação da cena independente.

Além disso, o festival também contará com atrações de peso da música eletrônica no palco Red Bull Music Academy. O espaço é dedicado a projetos live e discotecagem e terá a presença de Bok Bok (Inglaterra), Falty DL (EUA), Dago Donato (SP) e Seixlack (SP), que fará um live set. Os portões abrem às 13h e, para quem decidir chegar mais cedo, haverá uma Feira Cultural com ações artísticas performáticas escolhidas através de uma convocatória. Dentre os expositores do evento estão as marcas Cabaré Fantasma, Loja Grude!, Alfinete Brechó, Tag it, Ray Ban e ACRE Recife.

Veja o line-up completo e saiba mais sobre as atrações:

15h00 - FuckYeahGuigs (PE)
Figura conhecida na noite recifense, Guilherme de Paula adota o nome de FuckYeahGuigs quando está tocando novidades do cenário alternativo mundial em festas como a Neon Rocks e Maledita. Do pop ao indie dançante, com muitos beats animados e sem preconceito.

16h30 - Selvagem (SP)
Selvagem é Millos Kaiser e Trepanado, uma dupla de discotecários com uma festa dominical gratuita, realizada mensalmente no centro de São Paulo. Foram atração do último Creators Project e assim como uma revolução nas pistas, o duo Selvagem tem levado uma multidão pras suas festas já tendo tocado ao lado de muita gente legal.

18h00 - Jonas Rocha (RJ)
O DJ Jonas Rocha coleciona passagens por inúmeros festivais de renome como o Winter Music CONFERENCE, VibeZone e a Parada da Paz. Já produziu trilhas sonoras para desfiles de marcas como British Colony, Osklen e London Fashion Week. Dono do selo Zoo Records, participou das coletâneas AMP MTV 2 no Brasil, Brazilounge e The Rough Guide To Brazilan Eletronica na Europa.

19h30 - Dago Donato (SP)
Dagoberto Donato, ou só Dago, atua no mercado independente desde o final dos anos 1990, produzindo shows e festas, abrindo sua própria casa noturna, Neu Club, em 2009. Como DJ, começou como parte do Centro Cultural Batidão nas hoje lendárias festas da Generics e depois partiu para tocar em eventos em diversos países. Desde então, vem construindo um estilo que mistura novidades da eletrônica global com hits improváveis, informação e diversão. Também é um dos fundadores da Avalanche Tropical, coletivo que promove festas e intercâmbio com artistas internacionais ligados à eletrônica global.

21h00 - Seixlack – Live (SP)
Fernando Seixlack é uma máquina. DJ, produtor e baterista das bandas Elma e Polara, Seixlack faz parte do coletivo Metanol FM e tem dois EPs lançados: "Fantasma" em 2012 e "Elo" neste ano. As experimentações sonoras, o uso quase lúdico de melodias em suas produções aliado a sua experiência como percursionista, tornam o seu trabalho impactante, preciso, rítmico e um tanto quanto único.

22h30 - Falty DL (EUA)
Por trás do nome FaltyDL, está Drew Lustman, DJ de música eletrônica de Nova York que atua desde 2008 na cena mundial, tendo lançado quatro discos e remixes oficiais para artistas como Seun Kuti, The XX e Photek. Recentemente, lançou “In the Wild”, sucessor de “Hardcourage“, lançado em 2012 pela Ninja Tune. O novo LP de FaltyDL já é destaque em várias publicações especializadas que elogiam sua criatividade de composição e musicalidade.

23h00 - Bok Bok (UK)
Fundador do selo britânico Night Slugs, Alex Sushon (Bok Bok) trabalha com sons que já foram descritos pela Spin Magazine como "um híbrido de house, electro, R&B e dubstep, com uma sólida base na cultura do Sound System". O seu som é único e envolvente, proveniente essencialmente do Reino Unido, mas também com algo de alienígena – uma espécie de Grimy House Futurista/Crunk Espacial.

17h30 - Jaloo (PA)
Jaime Melo, o Jaloo, tem 25 anos e nasceu em Castanhal, no interior do Pará. Ele é fruto do brega e também da Internet. Seu nome emergiu na rede por
volta de 2010 com remixes melódicos e de suingue tropical criados, via Fruity Loops, para músicas que ele gostava – principalmente cantoras de pop e eletrônica. Cada versão sua bombava com comments e downloads no mundo todo, e selos como Mad Decent postavam sobre as versões. Sem fazer parte de coletivos ou aparelhagens, ele levou sua música ao universo de clubes e DJ sets. Após um tempo, o som de Jaloo evoluiu, mas ainda no ritmo de suas investidas técnicas, ele mostra que suas músicas podem carregar versatilidade e riqueza sonora, fator que bota fogo no bafafá de um gênero que costuma ser marginalizado.

18h30 - La Femme (França)
"Psycho Tropical Berlim", título do primeiro disco da banda La Femme resume um pouco as suas ambições: pop psicodélico tropical com base krautrock e uma pegada de surfmusic. Acrescente a isso elementos inerentes da música francesa dos anos 60 e de Gainsbourg e lá estão eles. A banda ganhou o prêmio de Melhor Álbum de Artista Novo na 29ª cerimônia do Les Victoires de la Musique 2014, o equivalente francês do American Music Awards. Já foram citados e elogiados em publicações como The Guardian, Vice e LesInrock e estiveram em festivais pela Europa agitando multidões.

19h30 - Inky + Rodrigo Coelho (SP / PE)
Formada por Luiza Pereira (voz e synth), Guilherme Silva (baixo), Stephan Feitsma (guitarra) e Victor Bustani (bateria), a banda Inky surgiu do underground da cena paulistana unificando elementos de rock e texturas eletrônicas para criar a sua identidade sonora. O seu disco de estreia “Primal Swag”, foi lançado digitalmente em abril deste ano e agora disponível também em CD. O grupo já se apresentou ao lado de LCD Soundsystem, The VACCINES e Metropole Orkestra, em Amsterdã. No show que apresentam no festival No Ar 2014, o grupo toca ao lado do músico pernambucano Rodrigo Coelho.

20h30 - Phil Veras (MA)
O jovem maranhense, Phill Veras, 22 anos, é compositor, cantor e músico. Permeia os clássicos da canção brasileira com poesia e melodias contemporâneas. Autodidata, precoce, vem se destacando como um dos principais artistas da nova geração responsável pela produção musical nacional. Phill circulou por várias cidades, apresentando-se em importantes casas de show e teatros e foi convidado especial para uma apresentação no palco Sunset do Rock in Rio 2013. No início deste ano, Phill Veras lançou o seu novo disco "Gaveta", e em menos de dois meses também já foi premiado como um dos melhores discos do ano por blogs e sites responsáveis pela disseminação da música brasileira.

22h30 - Russian Red (Espanha)
Russian Red é o nome artístico de Lourdes Hernández, cantora de música indie e folk espanhola. “I Love Your Glasses”, lançado em 2008, foi o seu álbum de estreia, que fez com que seus primeiros shows oficiais nas mais prestigiadas salas do circuito alternativo de Madrid se esgotassem rapidamente.Sua carreira foi além das prateleiras de discos e dos palcos, com músicas suas constando em diversas trilhas sonoras e propagandas, além de ter recebido o prêmio de Melhor Artista Espanhol no MTV Europe Music Awards de 2011.

23h30 - Flora Matos (SP)
Flora Matos nasceu em Brasília e foi criada por uma família de artistas que a levou logo aos quatro anos de idade para subir aos palcos. Em 2006 aos 17 anos, a cantora se apresentou como MC ao lado de Dj Brother e recebeu o prêmio de melhor cantora do ano em Brasília. Poucos anos depois, a artista concluiu sua primeira turnê pela Europa passando por Paris, Angers (Le Chabada), Le Mans, Lisboa, Porto, Bolonga, Olivetto e Napoli. Já se apresentou em grandes eventos como Planeta Atlântida, Virada Cultural de São Paulo, Lupaluna, além de representar o Rap Brasileiro em Maputo-Moçambique-África com DJ Naomi. Ela está entre os melhores MCs do país independente de gênero e deixando na poeira esse papinho de “universo dominado por homens”, com um pique e uma malandragem de rua, sem precisar sucumbir a estereótipos do estilo.

00h30 - Karina Buhr canta Secos e Molhados (PE)
Após 40 anos desde o seu lançamento, um dos álbuns mais importantes da história da música popular brasileira, o disco do Secos e Molhados continua influenciando uma infinidade de artistas nacionais, entre eles a cantora e compositora Karina Buhr. Em um show criado especialmente para esse disco, Karina interpreta faixas clássicas como "Sangue Latino", "O Vira" e "Rosa de Hiroshima". O álbum foi lançado no auge da ditadura militar e apesar de suas letras conterem graves críticas sociais, o disco vendeu mais de um milhão de cópias, revelando Ney Matogrosso ao público brasileiro. É um disco que mudou a história da MPB e do rock brasileiro com uma linguagem antropofágica, canções buriladas e performance arrebatadora, mistura sob medida para a recriação da cantora e compositora Karina Buhr.

01h30 - Aldo the Band (SP)
Formada pelos irmãos André e Murilo Faria, Aldo The Band é considerada uma das promessas da atualidade com sua mistura de batidas eletrônicas e sintetizadores ao lado de baixo e guitarras, fazendo um som dançante e divertido. As influências do grupo vão de Happy Mondays e LCD Soundsystema referências brasileiras como Banda Black Rio e Eumir Deodato. Nos shows do ALDO, André comanda a guitarra e divide a voz com Murilo, que fica com o teclado, synth e backing vocal. Para completar a banda, nomes de peso da cena independente paulistana: Érico Theobaldo (Thelepatiques e Embolex), na bateria, e Isidoro “snake” Cobra (ex-Jumbo Elektro), no baixo, que voltou aos palcos após três anos sabáticos a convite especial dos irmãos Faria.

Festival No Ar Coquetel Molotov
11 de outubro (sábado), às 15h
Coudelaria Souza Leão, Várzea, Recife
Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 50 (social) e R$ 30 (meia) - RollingStone


"Se Rasgum Festival 2014 Review: Felix Robatto, Vanguart and ALDO THE BAND were highlights"

Aldo, The Band (SP)
Sintetizadores, batidas eletrônicas, baixo e guitarra invadiram o segundo palco do Se Rasgum, montado ao ar livre, próximo aos “laguinhos” do Hangar. Aldo, The Band, liderado pelos irmãos André e Murilo Faria levaram ao público que já lotava o espaço um eletrônico com toque de Prince, Chip e Happy Mondays. Donos de um dos melhores discos de 2013, o grupo paulista faz uma música vigorosa e conseguiu levar o público a anetrar no clima de uma das mais instigantes apresentações da penúltima noite do festival. Uma curiosidade: o nome da banda é uma homenagem ao tio deles, que os levava quando moleques para conhecer as quebradas da Rua Augusta e as doideiras do underground paulista. -


"BANANADA Festival 2014: Mudhoney, Boogarins, Emicida and ALDO in the same party."

Eu sei que falar de banana está na moda, mas aqui a coisa é outra. Já contamos neste espaço sobre a “cena goiana”, as bandas, os lugares, os agitos, os agitadores. E agora em maio, mais precisamente de 12 a 18, semana que vem toda, tudo isso vai estar reunido e à mostra, embalado por um nome só: o festival Bananada 2014.

Um dos principais festivais independentes do Brasil há muitos anos, o Bananada se superou neste ano ao conseguir reunir em sua escalação a empolgante fornada recente de bandas locais (o internacional Boogarins volta de extensa turnê mundo a fora para o festival), trazer todo um selo histórico como o da Sub Pop de Seattle (puxada pelo Mudhoney), escolher a dedo boas bandas indie paulistanas (Inky, Nevilton e Aldo são exemplos), enfiar o Emicida no line-up, apostar em nomes do Norte/Nordeste tipo o Far from Alaska (RN) e tirar os gaúchos do Bidê ou Balde de casa. E olha que não falei nem a metade da escalação.Fora isso, a Construtora Música armou para este ano um esquema de ingressos na linha “pague o quanto quiser/achar justo”. Em um valor mínimo que começa em R$ 5. Há ainda o Banana Ouro, passaporte que sai a R$ 40 e permite entrada em qualquer lugar, para qualquer banda, no dia que quiser.

Toda a info do Bananada 2014, na agitada Goiânia, está aqui.

Essa era uma boa camiseta para o Luciano Huck fazer, com a escalação do festival. - Popload


"Best National Albums 2013"

Os melhores discos nacionais de 2013

Para você, quais foram os melhores discos nacionais de 2013? Escolha entre 5 e 10 opções. O resultado sai na edição de janeiro da Rolling Stone Brasil. - RollingStone


"Festival DoSol 2014 destaca o bom planejamento voltado a novidades e público"

"Salvo atrasos pontuais principalmente no terceiro dia, a estrutura do festival cumpriu plenamente o que prometeu e trouxe, principalmente, dois dos melhores shows em atividade no país atualmente: o hippie indie do Boogarins e o controverso Aldo, The Band."

"Aldo, The Band, banda paulista comentada com algum desprezo em certos círculos sociais, ganha áres épicos no palco e supera qualquer expectativa por seu show. É basicamente o encontro sensual entre o Prodigy, com o The Rapture e o CSS em seu primeiro disco. Com uma performance sexual e grandes logos da ADIDAS na frente, a banda transformou logo na primeira música a pista do evento numa balada daquelas mais incríveis. Casais se pegando com força, público majoritariamente roqueiro trocando a cara carrancuda por passos de dança e rapidamente estava definido: melhor show do festival. - Rockinpress


"New ALDO songs: stop your 2014's top 10 right now!"

Pois bem, está na hora do próximo disco. Com um tempo maior de produção, um esmero mais profissional na feitura e uma ajuda de um produtor musical como o conhecido Dudu Marote.

Tudo isso vai ser traduzido no segundo álbum, previsto para o começo de 2015, mas que agora já revela duas músicas novas, em um EP chamado “Sunday Dust”, que contém a música de mesmo nome acompanhada de outra batizada por “Freaking Me Out”. As duas são pequenas pérolas groovie, dance e rock ao mesmo tempo, hipnóticas, fáceis de seguir e cantarolar. É a cara do Aldo. Ou do “novo Aldo”.

As faixas, o EP, o “esquema Dudu Marote” fazem parte da entrada do Aldo no novo Selo Ganzá, bancado pela Skol Music, plataforma da marca de cerveja com ambições de mexer com a nova música brasileira.

Este “Sunday Dust EP” é muito Aldo. E é muitas outras coisas. Tem o groove à la Chic bem utilizado pelo Daft Punk, tem alguma sintonia com o novíssimo Jungle, “Freaking Me Out” parece representar a tal esperada volta do Chemical Brothers. Mas é tudo Aldo.

A banda toca as músicas novas do EP e as do primeiro disco no próximo domingo no Cine Joia, em SP, no show de encerramento do SIM – Semana Internacional da Música, que acontece dos dias 4 (quinta) a 7 na cidade. A apresentação será em conjunta com o eletropopbrega Jaloo, destaque da nova cena paraense, tudo parte dessa “irmandade” de selos do projeto da Skol Music.

Agora, o que interessa. As novas músicas do Aldo The Band. Ouça e faça os rearranjos devidos em sua lista de melhores músicas brasileiras de 2014. E, claro, aproveite para baixar: estão disponíveis. - Popload


"ALDO: two new exciting tracks!"

Um dos nomes que mais ganham espaço na música independente brasileira, principalmente por suas enérgicas e impressionantes performances ao vivo, a banda paulistana Aldo lançou recentemente duas músicas mais que bem vindas e que formam o EP Sunday Dust.

O compacto, que é mais um acerto incrível na promissora carreira do projeto criado pelos irmãos André Faria (baixo, guitarra e vocais) e Murilo Faria (sintetizadores, teclados e vocais de apoio) — ainda contando com o virtuoso baixista Isidoro Cobra (ex-Jumbo Elektro) e o baterista Erico Theobaldo (do Maquinado, projeto paralelo de Lúcio Maia, da Nação Zumbi) —, mostra o grupo mais próximo de suas influências no funk e groove dos anos 70 com a viciante faixa-título, que traz uma deliciosa levada de guitarra base, linhas de baixo envolventes, programações e efeitos (como reverb) muito bem aplicados. Já em “Freaking Me Out” a banda expõe seu lado mais intenso, eletrônico (sem ser clichê) e, como é definido aqui pelo TMDQA!, “fritante, alucicrazy e rebolativo”.

O recomendadíssimo Sunday Dust EP, lançado em versão digital neste mês de Dezembro via Ganzá Records, pode ser ouvido na íntegra logo abaixo: - Tenho Mais Disco que Amigos


"Aldo The Band's return: more professional, more dancing."

Das melhores surpresas da música pop esperta feita no Brasil recentemente, a dupla/banda Aldo está para lançar o segundo disco em fevereiro. Duas das faixas que estarão no álbum foram escolhidas para formar o EP “Sunday Dust”.

“Sunday Dust” mostra o Aldo ainda mais dançante do que aquele que está no primeiro disco, “Is Love”, que saiu em 2013. E em um esquema mais profissional – a banda está no selo Ganzã, comandado pelo produtor Dudu Marote e que faz parte da plataforma Skol Music.

“Gravamos o primeiro disco em casa, no quarto da minha mãe. Fizemos as vozes no armário”, conta Murilo Faria, uma das metadas do Aldo (a outra é o irmão André). “Agora tivemos um cuidado maior em vários aspectos, para que cada vez que você ouça, perceba um elemento novo. Deu trabalho, foi difícil, mas é recompensador.”

Murilo e André compõem letras e beats das músicas, mas recebem a ajuda, nas gravações, do baixista Isidoro Snake Cobra e do baterista Érico Theobaldo. E Dudu Marote ajuda a dar foco na empreitada.

“O Dudu não entra como um produtor, é mais um diretor artístico. Ele nos mostrou que o desafio é transformar esse segundo disco maior do que o show. Porque os nossos shows eram bem maiores do que o primeiro disco”, diz Murilo. “E não tem como. A gente pegou um baixista ótimo, o Isidoro, não tem pra ninguém. E o Érico é um excelente baterista, que trouxe muita coisa de eletrônica, nos ajuda a achar timbres. A banda cresce bastante com eles.”

Segundo Murilo, o segundo disco está praticamente pronto. Eles vão tocar no encerramento da semana SIM São Paulo, neste domingo (7), no Cine Joia (mais infos aqui). Em janeiro, pretendem “dormir uns 10 dias seguidos” para depois, em fevereiro, soltar o álbum e sair para shows. Em janeiro ainda deve ser lançado um remix do Database para “Sunday Dust”. -


"The new brazilian music in 5 new incredible music videos!"

2014 está acabando, mas o fim do ano está rendendo. Nos últimos dias, quatro clipes novos se destacaram na timeline da redação da NOIZE e nós separamos esses lançamentos para você.

Aldo, the band – “Sunday Dust”

Uma das apostas dos selo Ganzá, do Skol Music, Aldo, the band está lançando seu primeiro clipe. O vídeo é da faixa “Sunday Dust”, um batidão alegre daqueles feitos pra não deixar ninguém ouvir sem querer se balançar. Mas o vídeo é um espetáculo à parte: repleto de tomadas hiper coloridas non-sense, algumas cenas lembram os vídeos do movimento surrealista. É impossível ver o close-up no olho sangrante da atriz do clipe sem lembrar do clássico filme Um Cão Andaluz (1928), de Luis Buñuel e Salvador Dalí. Vale ficar de olho (perdoem o trocadilho!) nessa banda. -


"Aldo the Band becomes ALDO WHAT A BAND!"

* Até que enfim, é lançado hoje o segundo disco do grupo paulistano Aldo, ou Aldo The Band, a banda formada pelos talentosos André Faria e Murilo Faria, entrosadíssimos irmãos da linha “sibling rivary”-que-se-completam intelectual e musicalmente e não raro se apresentam na forma de Aldo DJs.

A poliforme empreitada musical dos Farias Bros, das melhores do indie nacional desta década de qualquer jeito que se olhe, vai bem mais longe. Eles dominam todo o processo.

Começando do começo, esses brothers com química cresceram absurdamente do marco zero do projeto Aldo, em 2012, quando resolveram montar a banda dando o nome dela ao tio ex-doidão que hoje é evangélico.

A honraria familiar é mais que uma brincadeira de dentro de casa. Foi graças ao tio Aldo e seus rolês na Augusta mostrando “a vida real” a dois menininhos quanto aos LPs de rock psicodélico e música brasileira que forneceu aos sobrinhos que hoje o Aldo é o Aldo.

Murilo e André (os do meio na foto acima) fizeram o primeiro disco, o excelente “Aldo Is Love”, sozinhos, sem apoio de ninguém, forjaram um quarteto com outros músicos incríveis da música independente da cidade para ganhar corpo ao vivo, passaram a tocar em festivais do país todo, em festas de moda. O Aldo pegou. Mas daí precisavam fazer o segundo disco bom, o disco do firmamento, o “second come”, o teste para ver se a banda vai além da empatia do primeiro disco.

“Giant Flea”, que aparece hoje à venda no iTunes, ganhou algumas cópias naquele formato morto chamado CD para serem vendidas em show apenas e sai em vinil em algum belo dia deste final de ano, é mais que o bom necessário para a banda se firmar (se já não tivesse bem firme).

O grau de evolução do segundo álbum é impressionante. Se o primeiro era espartano, a quatro mãos, esse tem selo pomposo, produtores pomposos, uma ficha técnica de uns 15 atributos e umas 20 linhas de gente assinando tarefas específicas. Mas isso não significa que os poliformes irmãos Faria simplesmente entregaram o Aldo para o selo ou para o famoso Dudu Marote botar suas competentes mãos produtoras. Como se não bastassem as letras, composições, arranjos, André e Murilo têm crédito também como “engenheiros de gravação”, além de participarem ativamente na produção geral e mixagem.

Se “Aldo Is Love” era mais LCD Soundsystem do que !!!, a visceral vocação dance desse “Giant Flea” inverte a fórmula e carrega mais na característica própria e latente que ergue o Aldo: o equilíbrio perfeito das roqueirices de André com o incrível talento eletrônico de Murilo. O resultado é um disco moderno até a medula, com uma meia dúzia de canções que caberiam fácil em bombados discos atuais de nomes estabelecidos, como, para ficar num exemplo, no novo do Chemical Brothers.

Fora os singles conhecidos, ótimos em seus detalhes e já algum tempo presentes em boas festas da noite paulistana, digo sob meu ponto de vista, é inacreditável saírem músicas tão ricas e completas como “Back to the Tunnel”, “Primate” e “Good Morning Pumpkin” num mesmo disco de uma banda indie paulistana, vistas por qualquer lado: da sedução roqueira ou da energia eletrônica. A brilhante “Primate” começa LCD Soundsystem e termina, sei lá, Nirvana on acid?

Com “Giant Flea”, dá para dizer sem medo de errar. Aldo is a real person and Aldo The Band is a real band.

Será que demora muito ainda para o terceiro disco? - Popload.com


Discography

Records:
ALDO THE BAND  /  IS LOVE, 2013

ALDO THE BAND / IS LOVE REMIXED (Database, Eat beat Repeat and friends), 2014

ALDO THE BAND / Giant Flea, 2015
Singles: 
BLUFFING / 2014

Photos

Bio

"Shaking up styles and wrecking stages with their explosive indie-electronic performance, Aldo The Band are one of the most representative bands of the Brazilian alternative scene. Their acclaimed second album Giant Flea is a good example of how it's possible to blur the boundaries between synth lines, sequencers and drums machines like LCD Soundsystem with Pavement guitars and Prince vocals. With a non-obviously spicy Brazilian touch, the two brothers André and Murilo Faria open new ways of dialogue between electronic music and indie rock, materializing the urban chaos and night energy of São Paulo city. They have opened for bands such as La Roux, The xx and AlunaGeorge, and owe their name to their crazy uncle, Mr. Aldo, who used to take the brothers through Sao Paulo’s wild nightlife while they were still kids. It’s their time to give it back!" 

- Primavera Sound.

"Aldo prove that the spirit of LSD Soundsystem is alive and well in São Paulo" 

- Spin Magazine. 

"Seriously, this could be one of the best albums of 2015" 

- indieunderground.ca

"Their down to earth stage presence, exceptional charm during their performance and uplifting tunes including another track from their album Liquid Metal, had people stopping in their tracks to join the audience cheering the Chemical Brothers sounding bouncy beats, to the point that they were loving the crowds reactions and revelling in the moment thrusting their guitar wielding arms up in complete oar."

- Purplerevolver.com

"By the end of their set the crowd spilt out into the walkways as passers by craned their necks in an attempt to get a glimpse of those responsible for the insane mix of electro synth, punky combinations of bass and guitar and massive beats emanating from the tent, or what their energetic performance left of the tent. They list their references as Happy Mondays, Prince, Chic, LCD Soundsystem and Chemical Brothers. Imagine that if you will."  

- Getinthothis.co.uk

"...lo que podemos afirmar es que se marcaron un concierto bien movido, lleno de saltos, cuelgues por las estructuras del escenario, con música difícil de catalogar, pero a la vez perfecta para pasar un muy buen rato y finalizar con un merecido aplauso"

- Eargasm.com

With a top 10 best alternative albums of 2013 in Brazil by blogs and magazines (Popload, Rolling Stone )and a second album considered MAY BE ONE OF THE BEST ÁLBUNS OF 2015by blogs such as canadian lndieunderground.ca, ALDO THE BAND is a brazilian indie-electronic band mixing alternative rock, electronic music and brazilian groove, materializing all the chaos, contrasts and creativity of São Paulo city. 

Formed by brothers André (guitar, vocals) and Murilo Faria (synths) and delivering an explosive live performance, the band's name is an honor to the brother's crazy uncle (Mr. Aldo), who used to take them through São Paulo's wild nightlife while they were still kids. 

2016 has been an important year to ALDO THE BAND. They made their first european tour, doing festivals such as Liverpool Sound City and Primavera Sound, receveing amazing reviews on both of them.  2015 was also a very prolific year. The band opened to AlunaGeorge and La Roux and  Clap Your Hands and Say Yeah and made a sold out gig at CANADIAN MUSIC WEEK (CMW), covered by blogs like one of the "10 CMW Bands Worth Adding to your Schedule"  (Two Way Monologue and Vacay.ca.).  

In 2014 the band was booked to almost every music festival in Brazil, including an opening act for The XX at Popload Festival. Their song "Bluffing" was chosen to be part of "Hi Brazil Vol. 4 Compilation", covered by Spin Magazine by the title "The Future of Brazilian Electronic Music" and receiving an amazing review: "ALDO prove that the spirit of LCD Soundsystem is alive and well in São Paulo"They were also chosen by MTV as one of the "MTV bets 2014" and were invited by TED Global to compose an exclusive track for an experimental short-film. In September 2014 the band signed to Skol Music, a beer-brand record label looking for the most talented alternative artists in Brazil.

 

Band Members