Cidade Negra
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Music

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O novo cantor Alexandre Massau prova ser um bom substituto de Toni Garrido

Nada mais complicado para uma banda do que perder seu vocalista. Afinal de contas, normalmente fica nas mãos do cantor ficar na linha de frente dos shows, tornando-se, dessa forma, uma espécie de face mais visível do time.

O Cidade Negra sabe bem o que é isso. Após lançar seus dois primeiros discos, perdeu Ras Bernardo, que preferiu se dedicar a uma carreira solo. No seu lugar, entrou Toni Garrido, que acabou proporcionando à banda sua fase áurea em termos comerciais.

Agora, após mais de dez anos, o mais bem-sucedido grupo de reggae brasileiro vive novamente a mesma situação. Garrido se foi para tentar brilhar sozinho. De quebra, também perderam o guitarrista Da Gama. E aí?

Felizmente, as coisas aparentemente deram certo mais uma vez. Pelo menos, é o que indica Que Assim Seja, álbum independente que acaba de ser lançado. Trata-se de um retorno ao reggae roots dos primeiros discos, feito com classe e inspiração.

Os integrantes da formação original que sobraram, Lazão (bateria) e Bino (baixo), foram felizes na escolha do cantor. O mineiro Alexandre Massau, que participou dos grupos Berimbrown e Preto Massa, esbanja personalidade e não perde tempo tentando imitar seus dois antecessores, cantando do seu jeito.

Os músicos de apoio Alex Meirelles (teclados), Egler Bruno (guitarra) e Alexandre Prol (guitarra) ajudam a dar ao som da banda a consistência necessária para encarar o desafio de se manter relevante mais de 20 anos após o seu surgimento, na Baixada Fluminense.

O CD conta com participações de Ranking Joe na faixa Na Onda do Jornal/Espera Amor e de André Ramiro em Quem Diz Que Homem Não Chora. Não faltam faixas legais, como Gesto Original, Verdadeiro Poder e Kaya Babilônia. Com essa pegada, o Cidade Negra tem tudo para se manter na estrada por muito tempo. - R7 Entretenimnto


Prestes a completar 25 anos de carreira, o grupo lança Que assim seja, com os vocais do mineiro Alexandre Massau, ex-Berimbrown

É reggae, com mensagens de amor que se somam a críticas à violência cotidiana, uma e outra proclamando a necessidade de paz, solidariedade, respeito, igualdade, se opondo à opressão. E brasileiro, um som que se mistura a outros ritmos, incorpora aspectos regionais e sempre cantado em português. Motivos que estão em todos os discos da banda Cidade Negra, explica o baterista Lazão. E estão também no novo CD do grupo carioca, Que assim seja, o 14º em mais de duas décadas de atividade. O trabalho é, ainda, o primeiro disco tendo nos vocais o mineiro Alexandre Massau, ex-Berimbrown, substituindo Toni Garrido.

Uma música que representa bem o disco, para Alexandre Massau, é Que assim seja: “É canção de amor que não é cego, não só entre homem e mulher, mas universal, para cortar o egoísmo e abrir espaço para a liberdade amorosa”. E também Porta de favela e Quem diz que homem não chora. Uma por reafirmar que é banda que tem consciência social; outra, por mexer com a questão dos sentimentos. “Vivemos um tempo em que é necessário falar de carinho, sabedoria, irmandade, e estas canções representam isso”, argumenta. “E o reggae sempre foi nosso ponto de partida”, admitindo uma “pegada dub”.

“Foram dois anos de trabalho e muita dedicação para criar um disco que mostrasse a cara do Cidade Negra”, continua Massau. “É reggae de raiz com tempero brasileiro, identificado com a nossa cultura. É uma Jamaica que a gente abraçou.” Massau avisa também que tal ponto de vista não implica perder universalidade do gênero – “reggae é reggae em qualquer lugar do mundo” – e se diz satisfeito pelo reconhecimento, quando o Cidade Negra tocou na Jamaica, de que os brasileiros têm um jeito próprio de levar o balanço apresentado ao mundo por Bob Marley & The Wailers. O que faz a força do gênero? “Ser mantra que mexe com o espírito, o corpo e a mente e não só um ritmo”, responde.

Um dos fundadores do grupo, que soma 24 anos de estrada, Lazão lembra como a ideia surgiu com um grupo de estudantes secundaristas, para participar de um festival. Eram 12 integrantes, uma mistura de teatro e música, com o nome de Novo Tempo, mais tarde trocado por Lumiar. Como existia grupo evangélico com o mesmo nome, tornou-se Cidade Negra, afirmando a negritude do Brasil e das populações que vivem nas periferias brasileiras.

“É som do gueto de Belfort Roxo que ganhou o mundo”, explica Lazão. “Flertando com todos os ritmos, o Cidade Negra criou um reggae reconhecido como brasileiro”, acrescenta. Grupos nacionais com bom trabalho? Ele enumera Natirruts, Chimaruts, Tribo de Jah, Cinamomo, Edson Gomes, Ponto de Equilíbrio, Adão Negro, Unidade Punho Forte. O motivo? “É reggae do Brasil”, conclui. - Divirta-se.uai.com.br


A banda de reggae Cidade Negra deu uma amostra de que entende de maneira lúcida as possibilidades que a internet proporciona para a propagação de um trabalho artístico. Desde o último dia 13, o grupo decidiu se juntar ao elenco que utiliza o site Palco MP3 com meio de divulgação.

Ouça o Cidade Negra no Palco MP3

O ano era 2008 quando o vocalista Toni Garrido decidiu sair da banda. Os integrantes fundadores do grupo decidiram que o show deveria continuar. Foi então que Da Gama (guitarra), Bino Farias (baixo) e Lazão (bateria) agregaram ao time o cantor Alexandre Massau. Massau é natural de Belo Horizonte, MG e antes de ser o porta-voz do Cidade Negra passou pelas bandas Preto Massa e Berimbrown. Ainda naquele ano Da Gama deixa o grupo, que passa então a ser um trio.

Em 2010 eles lançaram o álbum "Que Assim Seja", o primeiro com a atual formação. A sonoridade do Cidade Negra mantém raízes no reggae, mas sem deixar de flertar com outros estilos, dentre eles soul e pop rock. Para conhecer o novo trabalho do trio carioca, acesse a página deles no Palco MP3. - Cifra Club News


Discography

Studio albums

* 1991 Lute Para Viver (Fight To Live)
* 1992 Negro no Poder (in the Black Power)
* 1994 Sobre Todas as Forças (All About Forces)
* 1996 O Erê (The Ere)
* 1998 Quanto Mais Curtido Melhor (The shorter the better)
* 2000 Enquanto o Mundo Gira (As the World Turns)
* 2005 Perto de Deus (Close to God)
* 2010 Que Assim Seja (What Just Be)

Compilations

* 1999 Hits & Dubs (Hits & Dubs)
* 2008 Cidade Negra: Perfil (Profile)

Live albums

* 2002 Acústico MTV (MTV Unplugged)
* 2006 Direto - Ao Vivo (Direct – Live)
* 2007 Diversão - Ao Vivo (Fun – Live)

Videography
DVD

* 2002 Acústico MTV (MTV Unplugged)
* 2006 Direto - Ao Vivo (Direct – Live)
* 2007 Diversão - Ao Vivo (Fun – Live)

Photos

Bio

Initiation

The place was the Baixada Fluminense (Rio de Janeiro), famous for its poverty and increasing violence, there emerged the group “Cidade Negra” (Black City). It was in that place, where survival is the main rule, that Da Gama, Bino Farias, Lazão and Ras Bernardo sought inspiration to speak out on behalf of a people with no chance of claims.

It was all a matter of faith, for Bino's father played guitar and his mother sang in a choir of a local church. Bino was also a regular at the place and it was there that he met Da Gama and Lazão, and they formed the New Time, with a simple-minded mission: to play a festival of the church. In 1983 with the entry of Bernardo arose Lumiar (first name of the band), the youth were fueled by the passion shared by the Jamaican rhythm, Bob Marley, in particular, Brazilian music such as Tim Maia and the funk and soul of the 1970s, besides great rock classics like Led Zeppelin. This was the junction of styles, which would leave a unique and unmistakable sound of the Cidade Negra.

The first concert was held in 1986 at the Arcadia Theatre, in the Baixada, as part of a musical project named "Cultural Tuesdays." The name change occurred because of the existence of another band with the same name Lumiar, since then the band was renamed Cidade Negra, testing occurred at the home of Da Gama, with borrowed instruments. A BBC documentary about the culture of London in the Baixada, emphasizing the band, served as an incentive for the group, which was then in 1990, Sony Music, CBS still, decided to bet on them.

Soon after in 1991 with Nelson Meirelles on the table of production, came his first album, “Lute Para Viver” (Fight To Live), mature, and with politicized lyrics about life and his teachings. His stood out the hit "Falar a Verdade” (Speak the Truth), a shot that beset all radio stations in Brazil at the time and date is requested at concerts. The album also included the participation of more than special devoted Jimmy Cliff's song "Mensagem” (Message).

Reggae Sunsplash Festival

In the following year the group crossed borders, going to play at Reggae Sunsplash Festival in Montego Bay, Jamaica, becoming the first Latin American artists to participate. In return, the Cidade Negra returned to the studios. In 1992 came the “Negro no Poder” (Black Power), even more cumbersome and politicized, and perhaps therefore less accepted by the media. That was the last album of Bernard with the band, because it had left to go solo.

Toni Garrido

The year 1994 was a transition year for the group. Toni Garrido former lead singer of the band Bel (a band of samba, funk and soul) replaced Ras Bernardo on vocals and the group soon showed that it came from, printing your touch on new compositions. Together with the experienced Liminha, now in production, the group's sound became more diverse, more pop, but without losing the roots of reggae and social issues.
Sobre Todas as Forças (All About Forces )

The third album: “Sobre Todas as Forças” (All About Forces), crowned the band, dedicating it to success with hits such as "A Sombra da Maldade” (The Shadow of Evil) and "Pensamento” (Thought). The album fell into the graces of the public, even those who had never given the ball to the Jamaican rhythm. This time the album was attended by Shabba Ranks in the song "Downtown." But even the great success of this album was the romantic "Onde Você Mora?” (Where You Live?), Written by Nando Reis and Marisa Monte. The album also featured the participation of Gabriel o Pensador.

Solidification of Success

Launched in 1996, the fourth album “O Erê” (The Ere) solidified the band's success. Once again produced by Liminha, the album features contributions by Patra on "Realidade Virtual” (Virtual Reality) and the group Inner Circle's song "Free". "Firmamento” (Firmament) along with the title track "O Erê" were major hits on the album.

Later in 1998 came the fifth album “Quanto Mais Curtido Mlehor” (How Much More Fun Better), again produced by Liminha, charting in the charts with another hit, the song "A Estrada” (The Road). The album had the participation of Lulu Santos in the song "Sábado à Noite” (Saturday Night) and also the African singer Angelique Kidjo.

Launched in 1999, the double album “Hits & Dubs” showed how the band is recognized inside and outside the country. While Hits contains a collection of the biggest hits of the band since its inception, the Dubs it's versions of the band's songs remixed by some of the biggest names in reggae and dub like Lee 'Scratch' Perry and Mad Professor Steel Pulse ; producers and friends of the band as Nelson Meirelles, Liminha Paul and Ralph.

The following year, in 2000, came seventh album, “Enquanto o Mundo Gira” (As the World Turns), perhaps one that most have moved away from reggae, adhering to the pop. This album stand out the songs "A Flecha e o Vulcão” (The Arrow and the Volcano), "Podes Crer” (Can Believe) and "