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Music

Press


JORNAL MUSICAL
Uma dama também quer se divertir – Mariana Baltar (Zambo Discos)

Mônica Ramalho


Voz tinindo entre a safra de cantoras que dizem, logo na estréia, o que pretendem de suas andanças fonográficas, Mariana Baltar transpira delicadeza neste Uma dama também quer se divertir. Abre evocando a cadência dolente dos samba-canções, com “Pressentimento” (Hermínio Bello da Carvalho e Elton Medeiros), defendido por Marília Medalha na I Bienal do Samba, em 1968, e não economiza “os clássicos” – entre eles, “Bala com bala” (João Bosco e Aldir Blanc), sucesso de Elis Regina dos anos 70, “Fita meus olhos” (Cartola e Osvaldo Vasques) e “Deixa comigo”, gravado originalmente por Carmeme Miranda (de Assis Valente, cuja vida e obra interessam a Mariana desde a adolescência).

A cantora aproxima compositores dos primórdios do batuque, como Ataaulfo Alves (“Vai, mas vai mesmo”), Monsueto (“Me deixa em paz”, versos de Ayrton Amorim) e Mirabeau (“Obsessão”, em duo com Milton de Oliveira), e a nova geração, representada por Pedro Miranda. Emenda estas três obras-primas num pot-pourri, com a participação de Miltinho. Apesar da voz combalida pela ação do tempo, é uma grata surpresa ouvir o cantor e ritmista já beirando os 80 anos, ainda na ativa. Há também homenagens ao violonista Dino 7 Cordas (o choro-canção “Insensatez”, letra de Augusto Mesquita), morto em maio deste ano, e ao passado de Mariana Baltar como backing vocal de Jorge Ben Jor (“Zumbi”, cuja primeira gravação é de 1974, no disco Tábua de esmeraldas).

Do celeiro de novidades, mariana ataca com um sucesso nas rodas de samba, “Ralador” (Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro), inspirada pela gravação do autor baiano em bonito dueto com Amélia Rabello no celebre Tem samba no mar. Ela e o produtor Alfredo Galhões também levantaram inéditas de Billy Blanco (“O piston do Barriquinha”), Teresa Cristina (“Vai com Deus”, com João Calado, cavaquinista do Grupo Semente), Vander Lee (a toada “Seção 32”), Marceu Vieira (“Suspenso no ar”, musicada por Tuninho Galante) e Adryana BB (o coco “Dona Biu”, dedicado a avó da autora pernambucana). Com este repertório, é impossível não entrar na dança com Mariana Baltar e companhia.


- Jornal Musical


Discography

Uma dama também quer se divertir (Zambodiscos).

Photos

Bio

Mariana Baltar released her first album "Uma dama também quer se divertir" (A lady also wants to have fun) in 2006. The repertoire includes samba classics that she usually sings in Lapa, an area in downtown Rio de Janeiro that is a reference for the musical scene in the city.

She has just recorded the song "Cais" on a CD tribute to Milton Nascimento by women (EMI). Many other great brazilian singers such as Maria Rita, Vanessa da Mata, Ivete Sangalo e Ana Carolina are also part of this project.

"Uma dama também quer se divertir" was acclaimed by the public, and also appeared in reviews as one of 2006 critic’s favorites. The album was also released in Japan. Due to the huge success of the debut concert, Mariana received from Teatro Rival BR – traditional theatre in Rio de Janeiro – the invitation to host the project Mistura brasileira (Brazilian Mixture), having Zé Renato and Marcos Sacramento as guests. Mariana also sang on the Rival BR Award, on a tribute to Araci de Almeida, along with nine female singers, among them: Leila Pinheiro, Mart´nália, Ana Costa e Nilze Carvalho.

Dancing since three years old, this carioca from Copacabana got involved with samba in adolescence, when she became a professional dancer and began teaching Dança de Salão (typical Brazilian salon dance) in the Cia. Aérea de Dança, a company that researches and develops samba in a innovating way. With this group (in which she danced for 13 years), Mariana performed as dancer in many shows in USA and Europe, dancing in concerts of Zeca Pagodinho and Jorge Ben Jor, in which band, later, she would become a backing vocal. Her first professional apperarance as a singers was as a vocalist for the Brazilian singer Daude. In the Gafieira Dance Brasil project, created by Paulo Moura and Cliff Korman, Mariana parformed as a singer and as a dancer. This project took her abroad once again to USA and Europe.

In Rio, Mariana had her own dance studio, where she used to teach Dança de Salão for many years. She is also one of those who idealized the Centro Cultural Carioca - a renowed concert stage in Rio de Janeiro. The singer embraced the idea of rescuing old sambas, starting with a serious research about Assis Valente, author of "Brasil Pandeiro". Assis Valente’s interpreters, such as Carmen Miranda and Aracy de Almeida, are major references in Mariana’s work.

Mariana who always merges dance to her concerts, is now dedicated to her album release in many cities in Brazil and also working on cultural projects related to the Brazilian Culture.

Videos at:
http://www.youtube.com/watch?v=4EYf9pujpzw

Links:
www.marianabaltar.com
www.myspace.com/marianabaltar