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Paes é produtor, compositor, músico e artista visual. Gravou três Ep’s contendo parcerias com músicos de diferentes gerações. Realizou uma série de shows pelo estado com a banda Urubu Clã, formada por integrantes da Orquestra Contemporânea de Olinda, entre outros instrumentistas, com os quais divide autoria em diversas composições, como o também cantor e compositor Tiné e o baterista Raphael Beltrão.

Participou como cantor convidado de discos de outros pernambucanos como Geraldo Maia (Lundum) e Gilú & Piero (Homônimo). Como instrumentista tem participação em trabalhos de bandas e artistas como Embuás (Baixo), Hijos Del Mar (Baixo e voz), Omsi Bartse Trio (Baixo, teclado e guitarra) e Ana Ghandra (Baixo e voz).

Realizou turnês que passaram por Rio de Janeiro (com a Orquestra Contemporânea de Olinda em 2008), Argentina (com Paes e Hijos del Mar em 2010), São Paulo e Rio de Janeiro (com Paes em 2011).

Já tocou em palcos como o do Teatro Guararapes (show de abertura para Fernanda Takai) e Festival Pré-Amp 2009 (Recife), Mansão dos Arquitetos, Centro Cultural Laurinda Lobo e Clube Democráticos (Rio de Janeiro), Casa de La Cultura de Madariaga (Argentina), Tapas Club e Berlin (São Paulo).

Participou de programas de rádio como o Coquetel Molotov, PE no Ouvido da Feira Música Brasil e Tema Livre da Rádio Folha. Para a TV gravou o Som na Rural (TV Viva e TV Brasil) e para internet o Música de Bolso. Foi destaque na revista MI – Música Independente de Pernambuco e tem diversas publicações nos principais jornais e blogs especializados em música de Recife.

A atual formação conta com Paes: voz e guitarra, Raphael Beltrão (OCO): bateria, Rafael Gadelha (Joseph Tourton): baixo, Filipe Barros (Bande Dessiné): guitarra e vocais.

Em 2013 finaliza o primeiro CD no estúdio da universidade Aeso Barros Melo, através do edital de áudio da instituição, que conta com diversos convidados da cena independente recifense.

- MI - Música Independente Magazine and Website


Sob o nome Paes, qual formação irá acompanhá-lo na apresentação do Café Portenho? Tem sido fácil conseguir shows sob essa alcunha?

A formação atual é composta por músicos de diferentes gerações e bandas do Estado, mas que antes de tudo são amigos que se doam para a proposta como eu. São eles, Iezu Kaeru (Embuás/Poruu/Ana Ghandra) na bateria, Bactéria (Otto/Lirinha/Los Sebosos Postizos) no teclado, Rafael Gadelha (Joseph Tourton/Jr Black/Protótipo Dub) no baixo, Kuka (Embuás/Ana Ghandra) no trompete e o mais novo integrante do conjunto, Marcelo Campello (Embuás/Poruu) também no trompete. Já passei por várias fases e compartilhei experiências com diversas formações, em turnês pelo sudeste e Argentina e discos. Essa alcunha de Paes pode vir a representar uma síntese de seis anos de criação. Independente do tempo que eu conseguir segurar esta formação, temos nela uma versatilidade, mas tento sempre combinar nossa agenda com as das outras bandas para tocar com o time completo. Esse ano voltei a tocar mais em Recife. Aos poucos fui percebendo que tinha de ir onde o público está, ou pelo menos ir a lugares onde as pessoas podem se interessar por algo diferente da cultura local delas. E o mercado gira de forma distinta, onde as pessoas pagam para assistir a um show, mesmo que a banda não seja tão conhecida. Me parece que a relação do público com os artistas locais vem mudando. Os músicos e técnicos de áudio estão se profissionalizando cada vez mais e utilizando ferramentas de divulgação mais acessíveis e de longo alcance. Além disso, estão surgindo mais coletivos de produção fonográfica e áudiovisual, gerando mais festivais de bandas que não estão no mainstream, mas que possuem um bom potencial de criação.

A questão da manutenção dos gêneros musicais parece já ultrapassada. Já que a fusão de ritmos e sonoridades se consolidou há muito tempo na música brasileira. Não como músico, mas como ouvinte: o seu gosto musical sempre foi orientado por esse prisma?

Acredito que há uma liberdade muito grande na criação. Como já passamos por vários momentos na música, as possibilidades são infinitas. Gosto sempre de ouvir bandas ou artistas novos que me tragam algo renovado também. Se for unir tradição, como o samba, ao rock, ska ou surf music, que faça de maneira inventiva, original. Talvez não seja a ideia da fusão dos gêneros que esteja ultrapassada, mas sim a relevância artística, ou na verdade, o que está sendo passado na música, seja ela instrumental ou cantada. Há também os discos de artistas que atuavam em outra época, os da chamada vanguarda, especialmente nas décadas de 60 e 70, como Jards Macalé, Moacir Santos, ou exemplos mais próximos como Lula Côrtes e Ave Sangria, que já uniam com grande maestria ritmos roots com o rock, jazz, blues e psicodelia, dos quais escuto bastante.

A primeira impressão sobre a sua música é a de que você foi pelo caminho de reinventar as tradições mais caras à canção brasileira, como o samba. É isso?

A composição de minhas canções surgem sempre de maneira muito intuitiva. Geralmente pela melodia. Não foi uma questão de escolha sabe. Acredito que faço música brasileira, porque moro aqui, vivo aqui, imerso na musicalidade da minha cidade, mas ao mesmo tempo conheço outros lugares, toco com músicos de outras partes do mundo e de outros estados do Brasil e, além disso, escuto coisas de fora também. Atualmente muito Alice Coltrane, John Coltrane, The Budos Band, revisitando Beck, que é uma das minhas maiores referências musicais. O cinema, a fotografia e a poesia que há no olhar, através das películas que temos em nossas mentes, observando o cotidiano, as pessoas, os bichos, o crescimento urbano, as relações das pessoas com o material e imaterial, com as crenças, ideais e os conflitos da sociedade ou o meio em que estou inserido, também me influenciam. Minha música é um reflexo da minha vida e do meu tempo. Do que sinto ao lidar com meus próprios conflitos e ideais.

Ritmo ou melodia? O que orienta o ponta pé nos arranjos de banda de Paes?

Acredito que a melodia nos guia. A música que fazemos é cheia de lirismo nas letras. Então existe uma evidência na mensagem passada pela voz, mas ao mesmo tempo os arranjos são construídos através da interpretação de cada músico ali presente nos ensaios, suas influências, suas experiências. Me sinto em casa, com meus amigos, fazendo o que amo. Esse sentimento é transmitido quando tocamos juntos. Os ritmos vão surgindo a partir da pegada da guitarra, muitas vezes, no embrião da canção, mas pode sofrer alterações ou contribuições criando-se novas dinâmicas, amadurecendo as ideias.

Canções novas, álbum, turnê, silêncio. O que está por vir?

Este ano realizei três viagens com a banda, por São Paulo, Rio de Janeiro e Garanhuns, entre essas "tours" fiz shows esporádicos em Recife e nos intervalos venho gravando um novo EP (Intitulado “Paes”), co-produzido, gravado e mixado por Diogo Guedes (A Banda de Joseph Tourton), que será masterizado por Steven Berson, já com a formação nova, que contém três músicas relativamente novas, apesar de já tocá-las nos shows a 1 ano e meio. No fim do ano me dedico a uma série de apresentações na minha cidade e na finalização destas faixas. Deveremos lançar "Paes" em formato virtual e físico ainda em dezembro. Me dedico também a trabalhos de outras bandas e artistas como Embuás e Ana Ghandra e um coletivo audiovisual chamado Cabeza de Guru. Em dezembro gravaremos um programa audiovisual chamado "Dos Quintais", através de um projeto que escrevi, contemplado no edital de fomentação da Faculdade Aeso Barros Melo, onde estudo Produção Fonográfica. É baseado no "From the Basement", algo parecido com o "Observa e Toca", gravado aqui em Recife.

- Outros Críticos Blog - Recife


Indo da bossa nova ao samba-rock, a banda Paes faz mais uma apresentação do seu novo EP em show nesta terça, no UK Pub (Rua Francisco da Cunha, 165, Boa Viagem). Formada por Paulo Paes, na guitarra e voz; Rafael Gadelha (A banda de Joseph Tourton), no baixo; Iezu Kaeru (Embuás), na bateria; e Bacteria (Otto/Lirinha), no teclado, a banda recebe a participação especial de Kuka, no trompete. Por motivos pessoais, o ex-Momobojó Marcelo Campelo não vai se apresentar com a banda esta noite. A noite começa a partir das 20h, com discotecagem de rock com o DJ Salvador. O ingresso custa R$10 e mulher não paga entrada até às 22h.

A banda é um desdobramento do projeto sonoro de Paes, iniciado em 2006 com o Urubu Clã, que chegou a abir um show de Fernanda Takai no Teatro Guararapes. Três anos depois, Paulo Paes se juntou à formação brasileira da banda Hijos del Mar, liderada pelo agentino Saniago Vásquez. Um dos mais recentes shows de Paes foi na festa Contrassenso, em setembro. Apesar de não tocar muito no Recife, o grupo já excursionou pela Argentina, São Paulo e Rio de Janeiro.

A música da banda é influenciada pelo samba e pela bossa nova, com arranjos discretos e vocal suave, em letras que falam da natureza e do amor. No repertório do show de hoje, além das canções autorais, a banda vai tocar uma versõe de Jorge Ben (Brother) e outra de Jards Macalé (Movimento dos barcos), grande influência da banda, ao lado de Caetano Veloso.

As composições são quase todas de Paulo Paes, que também assina a produção do EP, ao lado de Diogo Guedes, d’A Banda de Joseph Tourton. “A nossa intenção é gravar mais sete músicas para lançar em 2012”, adianta Paes. O EP, que leva o nome do grupo, será distribuido gratuitamente no local. Já o álbum Brisa, custará R$ 5. - Diário de Pernambuco Jornal - Recife


Discography

Released EP's:

- "Paulo Paes" (Independent - 2007)

- "Brisa" (Independent - 2008)

- "Paes" (Independent - 2011)

- "The World Hipocrisy" (Abismmo Discos - 2013)

Photos

Bio

Paes é produtor, compositor, músico e artista visual. Gravou três Ep’s contendo parcerias com músicos de diferentes gerações. Realizou uma série de shows pelo estado com a banda Urubu Clã, formada por integrantes da Orquestra Contemporânea de Olinda, entre outros instrumentistas, com os quais divide autoria em diversas composições, como o também cantor e compositor Tiné e o baterista Raphael Beltrão.

Participou como cantor convidado de discos de outros pernambucanos como Geraldo Maia (Lundum) e Gilú & Piero (Homônimo). Como instrumentista tem participação em trabalhos de bandas e artistas como Embuás (Baixo), Hijos Del Mar (Baixo e voz), Omsi Bartse Trio (Baixo, teclado e guitarra) e Ana Ghandra (Baixo e voz).

Realizou turnês que passaram por Rio de Janeiro (com a Orquestra Contemporânea de Olinda em 2008), Argentina (com Paes e Hijos del Mar em 2010), São Paulo e Rio de Janeiro (com Paes em 2011).

Já tocou em palcos como o do Teatro Guararapes (show de abertura para Fernanda Takai) e Festival Pré-Amp 2009 (Recife), Mansão dos Arquitetos, Centro Cultural Laurinda Lobo e Clube Democráticos (Rio de Janeiro), Casa de La Cultura de Madariaga (Argentina), Tapas Club e Berlin (São Paulo).

Participou de programas de rádio como o Coquetel Molotov, PE no Ouvido da Feira Música Brasil e Tema Livre da Rádio Folha. Para a TV gravou o Som na Rural (TV Viva e TV Brasil) e para internet o Música de Bolso. Foi destaque na revista MI – Música Independente de Pernambuco e tem diversas publicações nos principais jornais e blogs especializados em música de Recife.

A atual formação conta com Paes: voz e guitarra, Raphael Beltrão (OCO): bateria, Rafael Gadelha (Joseph Tourton): baixo, Filipe Barros (Bande Dessiné): guitarra e vocais.

Em 2013 finaliza o primeiro CD no estúdio da universidade Aeso Barros Melo, através do edital de áudio da instituição, que conta com diversos convidados da cena independente recifense.