Paula Lima
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Paula Lima @ Local Theater

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Music

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Apresentado em mais de 20 países, Cats se tornou um dos musicais de maior sucesso na Broadway e será adaptado no Brasil. A estreia será na quinta, 4 de março, no Teatro Abril, em São Paulo, e o espetáculo permanece em cartaz até o dia 30 de maio.

Esta será a segunda passagem de Cats pelo Brasil - que já esteve no País em turnê com elenco americano. Desta vez, o espetáculo tem organização da T4F (Time For Fun), elenco brasileiro e parte da produção da própria Broadway.

O musical conta a história de uma noite especial na vida dos gatos do grupo Jellicle. Eles encontram-se no Jellicle Ball, onde seu líder sábio e benevolente, Old Deuteronomy, fará uma escolha e anunciará qual deles irá para um lugar especial chamado Heavyside Layer, onde poderá renascer para uma nova "vida Jellicle".

Com letras originais de Tim Rice e arranjos do inglês Andrew Lloyd Webber, o espetáculo teve letras adaptadas pelo cantor e compositor Toquinho e terá como protagonista a triste gata Grizabella, papel da cantora Paula Lima.

A ex-integrante da banda Funk Como Le Gusta canta a principal música do espetáculo, Memory, e divide o palco com outros 36 atores-cantores, além de 110 profissionais nos bastidores.

Os experientes Sara Sarres (Fantasma da Ópera, West Side Story, Les Miserables, Cole Porter) e Saulo Vasconcelos (Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera) também estão no elenco.

Cats é o segundo espetáculo mais assistido do mundo, totalizando 9,8 milhões de espectadores, atrás apenas de O Fantasma da Ópera (criada pelo mesmo autor de Cats), com 13,5 milhões.

No segundo semestre, Cats será levado para o Rio de Janeiro, com possibilidades de apresentação em Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Salvador. - "São Paulo - AGORA"


Não seria exagero dizer que, nas próximas semanas, São Paulo comportará um pedacinho da Broadway. Chegam à cidade os espetáculos musicais "O Rei e Eu", "Hairspray" e, em 4 de março, o famoso "Cats", segundo musical mais visto na história da Broadway. Com elenco brasileiro, a estreia, no teatro Abril (região central), conta com atuação de Paula Lima e letras em português de Toquinho.
Baseado em poemas do livro infantil "Old Possum's Book of Practical Cats", de T. S. Eliot, o musical estreou em Londres em 1981, com música de Andrew Lloyd Webber. Na trama, uma tribo de gatos, os Jellicle Cats, se reúnem para comemorar uma data importante: o líder Old Deuteronomy anuncia qual deles vai para um lugar especial. Um dos gatos, no entanto, não participa da festa. Trata-se de Grizabella, que abandonou os companheiros e é desprezada por eles.
Na versão brasileira, de 1.000 candidatos, foram escolhidos 38 artistas, que se revezam em dez números musicais. Paula Lima aparece como a gata Grizabella, que entoa, entre outras, a famosa canção "Memory", gravada por artistas como Barry Manilow e Sarah Brightman. Grandes nomes do gênero musical no Brasil, como Saulo Vasconcelos e Sara Sarres --que estiveram em "Les Misérables" e "O Fantasma da Ópera"--, também integram o grupo. - VEJA


Em 18 de março, a cantora Paula Lima apresenta seu mais recente trabalho, o álbum SambaChic, no palco do Canecão. O CD contou com participações de Dona Ivone Lara, Toni Garrido, Carlinhos de Jesus e Seu Jorge.

Misturando groove, balada, funk e samba, a cantora mostra as canções Meu Guarda Chuva (Jorge Ben Jor), É Isso Aí, Gafieira S/A (Seu Jorge), Tirou Onda (Arlindo Cruz), Vou Deixar, Sai Daqui Tristeza, Eu Já Notei, Samba Sem Nenhum Problema, entre outras. Além de ser formada em piano clássico, Paula também é advogada e foi backing vocal de Jorge Ben Jor.

Ela estará acompanhada por Webster Santos (guitarra), Danilo Santana (teclados e efeitos), Cuca Teixeira (bateria e efeitos), Marcelo Mariano (baixo), Will de Freitas (trombone, flauta, violão e cavaquinho), Guto Bocão Vai Vai (percussão) e Felipe Roseno (percussão). - Guia da Semana


O programa Ídolos volta hoje a Fortaleza em busca de talentos da música. Estarão presentes no Ginásio Paulo Sarasate o apresentador do programa, Rodrigo Faro, e o trio de jurados: Calainho, Marco Camargo e Paula Lima. É a segunda vez seguida que Fortaleza é palco das audições do programa; este ano, a única cidade do Nordeste.

Ídolos é o reality show musical mais popular da TV mundial. É exibido em mais de 40 países e a Rede Record exibe este ano a terceira edição da versão brasileira. Haverá audição nas capitais do Ceará, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Fortaleza é a primeira escala da rota.

Quem se inscreveu no site oficial do programa recebeu o documento que autoriza a entrada no Ginásio Paulo Sarasate. Os candidatos devem apresentá-lo junto com documento original com foto. Quem tem menos de 18 anos deve ir acompanhado dos pais e portar autorização de imagem assinada por responsáveis. Depois é desafiar os jurados e receber “sim” de pelo menos dois deles para avançar à próxima etapa.

Calainho é um dos avaliadores. Há 19 anos no mundo da música, Calainho é o jurado mais descontraído e espontâneo; cunhou o termo “cochise”, que define o calouro que canta pessimamente. Ele acredita que sua função no programa contribui com a revelação de novos nomes. “Meu papel é o de potencializar talentos já latentes através de comentários, sugestões de repertórios e produtores”, afirma. Diz também que é gratificante identificar um ídolo em um país com a “riqueza de talentos” como o Brasil.

Uma peculiaridade de Calainho é avaliar o “conjunto completo” do candidato. “Como empresário do segmento de entretenimento, posso garantir que ter uma boa voz não é suficiente para se tornar um ídolo. Uma grande estrela tem que surpreender e sensibilizar com um conjunto de voz, figurino, comportamento, atitude e personalidade”, diz o empresário. Quem quiser o “sim” de Calainho é bom caprichar também no visual.

As audições ocorrem das 7h às 17h a partir de hoje e a equipe do programa permanece na cidade por cerca de uma semana, dependendo do número de apresentações. As duas edições anteriores somaram 57 mil inscritos. Este ano eles ampliaram a faixa etária apta a participar e esperam bater recorde de aspirantes a ídolo do Brasil. Os aprovados viajam a São Paulo. Lá os calouros recebem aulas de música e performance de profissionais e são avaliados pelo público para definir o vencedor.

Calainho afirma que a decisão dos jurados é “100% técnica”, mas a história de alguns candidatos emociona e influencia o público na hora da votação.

Aos “cochises”, boa diversão; aos candidatos talentosos, fica a dica de Calainho: “Acima de tudo um ídolo tem que ter verdade e acreditar no que está cantando. Além disso, ele tem que ter atitude, personalidade e carisma. Tem que emocionar o público”. - Noolhar - Brazil


A carreira de Paula Lima começou ainda na infância, quando brincava de DJ nas festas de família, tocando Martinho da Vila, Glenn Miller e El Cubanito. Paula Lima, aos três anos, já acordava cantando. Estudou piano erudito dos sete aos dezessete anos e se formou em Direito pela Universidade Mackenzie.

Antes de chegar ao seu primeiro CD solo, Paula participou de bandas como Unidade Móvel e Unidade Bop (ao lado de Will Robson e Eugenio Lima), do Grêmio Recreativo Amigos do Samba-Rock, Funk e Soul (com Skowa) quando teve seu primeiro contato com o mestre Jorge Ben Jor, participando da gravação do álbum 23, nas faixas "Princesa" e "Engenho de Dentro".

Durante bom período, Paula Lima dividiu o palco com grandes nomes da nossa música e alguns de seus ídolos: Thaíde e DJ Hum (o hit “Senhor Tempo Bom”), Jorge Ben Jor, Paulinho da Viola, Arthur Maia, Banda Black Rio, Dona Ivone Lara, Nélson Sargento, Velha Guarda da Mangueira, Sandra de Sá, Elza Soares, Sandra de Sá, Otto, Black Allien, Marcelo D2 e Fernanda Abreu, entre outros.

Através de Seu Jorge, grande amigo e companheiro da cantora, conheceu o compositor, arranjador e produtor João Nabuco, e acabou soltando sua voz na faixa "Cego", trilha do filme "Amores Possíveis", ganhador do melhor filme latino no festival de Sundance. Logo depois, interpretou "Margem da Pele" (João Nabuco, Ana Carolina e Totonho Villeroy), também na trilha do filme.

Sua voz, através destas bandas e de sua carreira solo, alcançou o Brasil todo e chegou ao Japão, numa versão em português de "Life", da banda Mondo Grosso, do produtor Shinichi Osawa.

Em 2000, surgiu o convite de Bernardo Vilhena, diretor artístico da Regata Música, para que fizesse seu primeiro disco-solo. É Isso Ai foi gravado no eixo RJ-SP entre novembro de 2000 e março de 2001 e lançado em abril de 2001, produzido por Max de Castro, com participações especiais de Ed Motta, que co-produziu duas faixas ("Perdão talvez" e "A paz dançando na avenida"), Gerson King Combo, Ivo Meireles e Funk´n Lata, Xis e Seu Jorge. O álbum é uma mistura de samba, funk, soul e jazz e faz parte do novo movimento da nova música popular brasileira.

Em 2002, Paula Lima assinou contrato com a gravadora Universal Music, foi indicada ao Prêmio Multishow de Cantora Revelação, foi convidada a levar seu show a projetos especiais por Zuza Homem de Mello e Nelson Motta, e seu CD de estréia, É Isso Aí, foi lançado na Europa, Japão e Estados Unidos.

Em maio de 2003, Paula lança seu segundo disco solo, muito bem recebido pela crítica de todo o país.

Para o seu disco Sinceramente, Paula, libriana, perfeccionista, com a cabeça cheia de idéias e longas tranças, resolveu, há cerca de dois anos, tomar para si as decisões do que seria o seu novo disco. A primeira novidade que o álbum oferece aos que acompanham a trajetória de Paula Lima: o patrimônio do samba carioca Arlindo Cruz, criado nas hostes do Cacique de Ramos e do Fundo de Quintal, que acabou entrando no disco com nada menos que três músicas. Para começar, tem “Tudo Certo ou Tudo Errado” e “Tirou onda”, ambas parceria com Mauricião, e por fim, “Já pedi pra você parar” (de Arlindo e Babi).

Aos “40 minutos do segundo tempo do disco”, sentindo falta de um balanço, ela se rendeu a “Cuidar de mim”, parceria de Jorge com Gabriel Moura (seu ex-companheiro do grupo Farofa Carioca) e Rogê – uma suingueira romântica das boas. Já aos 45 minutos, foi a vez de entrar “Let’s go” (de Seu Jorge e Tatá Spalla), composição que, nas mãos de Paula, virou uma neobossa com veneno samba-rock.

Foram nada menos que cinco meses de e-mails e telefonemas até que ela conseguisse a sua tão ansiada música de parceria entre Zélia Duncan e Mart’nália. “Novos alvos” (que ainda conta com a assinatura da sambista carioca Ana Costa) veio na forma de uma bossa soul, meio pop, meio abolerada, perfeita para o rádio.

Outra poderosa mulher do pop-MPB que empresta sua pena é Ana Carolina. Ela respondeu à encomenda com “Eu Já notei”, uma parceria com Totonho Villeroy, ao qual Paula deu um toque de R&B anos 80 e transformou num balanção black.

Mas a grande surpresa ficou para o final: uma inédita de Leci Brandão: “Saudações”, em parceria com Paulo Henrique Ambrósio. Acústica, quase camerística, a faixa é um chamado à consciência da raça, quase como uma oração. A cantora registrou para Sinceramente em um take só, às três da manhã.

Discografia:
É isso aí (2001)
Paula Lima (2003)
Diva Paulista (Europeu - 2003)
Sinceramente (2006) - Radio Nova Brasil FM


Discography

É isso Aí (2001) - CD - Universal Music

Paula Lima (2003) - CD - Universal Music

Diva Paulista (2003) - CD "Only Europe"

Sinceramente (2006) - CD - Indie Records / Warner Music

SambaChic (2009) - CD & DVD - APE Music / Warner Music

Photos

Bio

The singer Paula Lima performs the show “Sambachic”, with songs by the great masters of samba, along with others from her own repertory. Full of swing, this work is a great success of critic and public.

The diva with remarkable, silky voice performs the samba in her urban, contemporaneous way, with lots of spice, but also with all the ingredients of the good samba tradition.

Backed up by her band, the singer – who actually is on tour of the CD and DVD “SambaChic” – presents in this show sambas by the Brazilian samba’s masters and of course there are also music of her own repertory, including the new hit “Tirou Onda” (Arlindo Cruz), and “Meu Guarda Chuva” (Jorge Ben), “É isso aí” (Sidnei Muller) and “Mangueira” (Seu Jorge).

The name and the idea for the show are a response to the awesome receptivity of the public to some of these songs in her concerts, besides her passion for the samba and her musical versatility.

A new samba gives the essence and unity to the show. The singer expresses also her vast musicality by adding to it rhythms like bossa-nova, neobossa, soul, swing, funk and samba-rock, everything full of strength and swing.

As some say, Paula is not only one of the Brazil’s music Divas, but more than that, she represents the best of Brazil: its diversity, rhythm, beauty and joy!