Stone Giant
Gig Seeker Pro

Stone Giant

New York City, NY | Established. Jan 01, 2013 | SELF | AFM

New York City, NY | SELF | AFM
Established on Jan, 2013
Band Rock Hard Rock

Calendar

Music

Press


"Led Zeppelin - "The Ocean" (Cover) - by Stone Giant"

Led Zeppelin's "The Ocean" performed by Stone Giant at the 2014 Berklee Commencement Concert at the Agganis Arena.

"The Ocean" - Led Zeppelin

Stone Giant

Joao Nogueira : Keyboard
Sebastian Fernandez : Guitar
Pepe Hidalgo : Drums
Pedro Zappa : Bass

Featuring:
Felipe Campos: voice
Dave Vives: voice - Berklee College of Music


"Pedro Zappa Youtube Channel"

Pedro Zappa - Pedro Zappa


"Sebastian Fernandez "Whole Lotta Love" Berklee Commencement Concert"

Whole Lotta Love - Berklee College of Music


"Sebastian Fernandez "Jimmy Page Guitar Medley" at Berklee Commencement Concert"

Jimmy Page Guitar Medley - Berklee College of Music


"Sebastian Blues Improvisation Video for Lee Ritenour 3rd Place WorldWide"

slow blues improvisation for Lee Ritenour guitar competition 2014 - Stone Giant


"Sebastian Fernandez Top 3 Blues Guitarist for Lee Ritenour Six String Theory Competition"

BLUES GUITAR:

Blues Winner- Johan Borgh — Stockholm, Sweden | Video #1 | Video #2

1st Runner Up: Noe Socha — Massachusetts, USA | Video #1 | Video #2
2nd Runner Up: Sam Shepherd — Queensland, Australia | Video #1 | Video #2
3rd Runner Up: Sebastian Fernandez | Video #1 | Video #2
4th Runner Up: Tom Euler — Virginia, USA | Video #1 | Video #2
5th Runner Up: Gary Cain — Ontario, Canada | Video #1 | Video #2 - Lee Ritenour


"Stone Giant plays "The Ocean" for Jimmy Page @ Berklee Commencement"

Video Release - Stone Giant


"Batero chileno le puso color y le movió la chasca a Jimmy Page"

Hace tres años que el chileno Pedro Hidalgo (23) agarró sus baquetas y partió a cumplir sus sueños musicales a Boston, Gringolandia.

Ahí, y tras conocerse en dependencias de la reconocida escuela de música “Berklee College of Music”, el joven músico se juntó con el guitarrista argentino Sebastián Fernández, el tecladista brasileño Joao Nogueira y el bajista portugués Pedro Zappa, con quienes formó Stone Giant, una cotota banda multicultural inspirada en artistas clásicos como Led Zeppelin, Pink Floyd y Black Sabbath, entre otras.

Justamente, la banda del chileno fue la encargada de abrir el show con que la escuela graduó a más de 900 jóvenes músicos y convirtió a Jimmy Page, guitarrista y fundador de Led Zeppelin, en doctor honorario de la Universidad. Pulento.

“El show estuvo increíble, hubo mucha energía sobre el escenario y escuché de muchas bocas que Stone Giant fue uno de los mejores actos”, soltó Pedrote desde Yueséi.

Si bien lamentó no haber podido cruzar palabra alguna con su ídolo, porque se fue rapidito, el joven batero nos contó que Page movió la chasca con su banda y que “este fue definitivamente el show más importante de nuestra carrera”.

Claro, los cabros se graduaron ante más de 8 mil asistentes y el concierto fue transmitido para todo el mundo vía streaming. Además, están el doble de felices porque están grabando su primer disco, cuyo primer corte, The Groove, ya es todo un exitazo en tierras yankis. - La Cuarta


"Entrevista com Stone Giant"

No passado dia 9, uma pequena grande banda em ascenção, atuou para algumas centenas de pessoas na Berklee College of Music. Uma delas, era Jimmy Page, numa noite em que o mesmo recebia o doutoramento honorário.
Todo o acontecimento já tinha sido noticiado por nós aqui na WAV. A banda, Stone Giant, demonstrou estar à altura do acontecimento, e marcaram o concerto, pela positiva, numa noite que vai ficar na memoria de qualquer um que esteve presente.
A banda de Boston que já conta com vários concertos e presenças em vários meios de comunicação, esteve à conversa connosco, numa conversa um pouco dificultada pelo grande Oceano que nos separa.

Fiquem agora com a entrevista aos Stone Giant:



WAV: Começando pelo início, como é que se deu a formação da banda, nome, logo, e de que forma é que vocês falam uns com os outros? Já que falam Espanhol e Português.

Stone Giant: A banda, com o som que temos agora, começou exactamente há um ano quando se juntou 0 baterista Pepe Hidalgo. Mas o embrião dos Stone Giant já andava a fazer estragos na cena musical de Boston e New York desde 2011 quando o Sebas Fernandez (guitarrista e vocalista) travou contacto com João Nogueira (teclista). Um primeiro encontro pitoresco. O Sebas conheceu o João numa aula na Berklee, o João tinha uma t-shirt da Argentina vestida, o Sebas pensando que ele era Argentino foi falar com ele. O João é Brasileiro. Toda esta situação é engraçada porque existe uma rivalidade no futebol entre a Argentina e o Brasil. Uma coisa levou à outra, o que começou como uma aula acabou por formar uma banda. Levou cerca de um ano até encontrarem Pedro Zappa, e outro ano para encontram Pepe.
Nós comunicamos num edioma chamado Stone Giantish, uma mistura de português, espanhol e inglês.
O nome Stone Giant veio do João, inspirado depois de ver o filme The Hobbit. O logo foi criado pela irmã do Sebas, Andrea Fernandez.



WAV: Quando cada um de vós saiu da vossa terra natal, esperavam chegar a este patamar neste espaço de tempo? Ou nem imaginavam tal possibilidade?

Stone Giant: Nós sempre tivemos como objetivo fazer o nosso melhor em tudo o que fazemos. De certa forma, estarmos onde estamos é devido a muito trabalho e dedicação, não caiu do céu. Muitos dias a ensaiar até a exaustão. O tempo que nos leva a alcançar algo não é uma coisa que consideramos importante. Nós definitivamente sabemos a que patamar aspirarmos chegar, mas o que é mais importante para nós neste momento é o processo de escrever música e partilhá-la com uma audiência, especialmente ao vivo.



WAV: Como é que foram contactados pela “Berklee College of Music”, e como foram as vossas reações quando souberam da presença de Page na audiência?

Stone Giant: Na verdade foi o Sebas que estabeleceu contacto entre o Jimmy Page e a Berklee. Sentimo-nos honrados por nos darem a oportunidade de tocar na cerimónia. Tocar para o Jimmy Page foi algo para além dos nossos sonhos!



WAV: No decorrer do evento na “Berklee College of Music”, chegaram a ter alguma iteração com Jimmy Page, ou algum tipo de conversa? Se sim, como é que foi?

Stone Giant: O Jimmy Page foi uma espécie de mentor para o Sebas, nós tivemos a oportunidade de falar com ele, mas preferimos manter os conteúdos da conversa em privado, por agora.



WAV: O vosso género de música, aproxima-se muito de várias bandas que tiveram o seu auge no outro século. Acham que essa época nunca mais pode voltar? Ou acham que o futuro pode trazer algo de ainda mais estonteante?

Stone Giant: Nós acreditamos que o Rock nunca morreu. Hoje em dia no estado em que a industria musical se encontra não é possível prever o que vai ser o próximo trend. Nós, enquanto uma banda de rock, temos todo um conceito por de trás das nossas músicas, temos coisas para dizer, afinal de contas é esse o propósito de escrever canções!



WAV: No vosso dia a dia, que bandas ou géneros costumam ouvir tanto em casa como em qualquer local onde costumam repousar?

Stone Giant: Queens of The Stone Age, Black Crowes, BB King , Artic Monkeys, Black Keys, Tame Impala , Stevie Ray Vaughan, Led Zeppelin, e muitas outras!



WAV: Na construção das vossas músicas já ponderaram inserir o Português ou o Espanhol? Tanto a língua como mesmo alguma da cultura?

Stone Giant: Não, nós queremos escrever música universal, que chegue a toda a gente, o inglês neste momento é a língua mais universal e que todos nós na banda partilhamos.



WAV: Algumas pessoas estão a ler esta entrevista, e provavelmente querem dar um passo no mundo da música. Recomendam-lhes sair do próprio país, ou o que acham que é melhor para uma possível carreira?

Stone Giant: A coisa mais importante não é onde estamos (mas ajuda). O mais importante é ser honesto com nós mesmos e com o que oferecemos ao público. Há imensas bandas a tocar por onde nós tocamos o que não faz a nossa vida mais fácil, o que faz a diferença é o tempo e dedicação investido nas músicas.



WAV: Para finalizar. Têm em mente fazer alguma espécie de tour, ou mesmo um mero concerto em Portugal?

Stone Giant: Ainda não temos nada de concreto, mas temos pessoas a contactar-nos nesse sentido. Neste momento, estamos a organizar uma tour na América do Sul, incluindo festivais na Argentina, Chile e Brasil! - WavMagazine


"El Argentino Que Tocara Para Jimmy Page"

Stone Giant se formó en la destacada escuela musical Berklee de Boston, en el año 2012, y cuenta con un guitarrista argentino. La banda tocará para el exintegrante de Led Zeppelin en una ceremonia muy especial.
Stone Giant es una banda muy especial. Se formó en una de las escuelas de música más importante entre un argentino (Sebastián Fernández), un brasilero, un chileno y un portugués. Una propuesta más que interesante.

El grupo estará presente en la ceremonia que se realizará en Berklee donde el legendario guitarrista de Led Zeppelin, Jimmy Page, recibirá una mención muy especial.

Se espera la salida de su disco en el país y se espera su llegada para conocer un poco más sobre su música. - TN Argentina La Viola


"Berklee Graduate Speaks About Playing In Front of Jimmy Page"

What’s it like to perform Jimmy Page‘s solo on ‘Stairway to Heaven’ when the man himself is watching? According to guitarist Sebastian Fernandez, it was “like a spiritual adventure.”
On Friday (May 9), Page attended the commencement at Boston’s Berklee College of Music, where he was given an honorary degree. The ceremony closed with graduates performing a series of Led Zeppelin songs, including ‘Good Times Bad Times,’ ‘The Ocean’ and ‘Whole Lotta Love.’ The final song was ‘Stairway’ with a bit of ‘Over the Hills and Far Away’ in the middle. At roughly the 5:00 mark, Fernandez, who was in the graduating class, stepped forward for his moment in the spotlight and, as you can see in the video below, completely nailed the famous solo.

Ultimate Classic Rock reached out to Fernandez to get the inside story. “It was really spiritual,” he said. “The whole week, we were rehearsing a lot and the tension was building up. But once the day came, really, as soon as I got on stage, I felt a great energy. It was like being possessed. The energy was just amazing.”
It may have seemed like a daunting task, but Fernandez knew he was up to the challenge. “I felt really flattered and honored to have that responsibility of playing those five songs,” he added. “I actually wanted that responsibility because when I knew that the show was going to end with ‘Stairway,’ I told [the organizers], ‘Hey, I know that solo perfectly,’ so I was really glad to get it.”
As the 24-year old guitarist performed, he noticed that Page was enjoying himself. “I was playing my solos and I could see Jimmy 10 rows from the stage,” he continued. “Every time I would look at him, he was laughing. That felt really great. It was like a spiritual adventure. I didn’t want to get off that stage. It was one of the best shows and nights of my life so far.”
The two had actually met before in London five years ago through a personal connection. During the graduation ceremony, he re-introduced himself to his Page and received compliments on his performance and a hug from the legend.


Now that he’s graduated, Fernandez is concentrating on his band, Stone Giant, which he formed in 2012 with fellow Berklee Class of 2014 graduate Joao Nogueira (keyboards), and Pedro Zappa (bass) and Pepe Hidalgo (drums), both of whom will graduate next year. They’ve recently been gigging around Boston and New York, and will soon be recording their debut album, with the hopes of touring South America in the near future. One listen to their song ‘The Groove‘ reveals the influences of Deep Purple (in Nogueira’s keyboards) and, in Fernandez’s left-handed Gibson SG, Tony Iommi of Black Sabbath.
“We all have those influences, Zeppelin, Deep Purple, Jimi Hendrix — all the classic rock,” he said. “And we want to bring it back.” - Ultimate Classic Rock


"Berklee grad gets a chance to play 'Stairway to Heaven' in front of Jimmy Page, and nails it"

Overplayed? Perhaps. But not if you're Sebastian Fernandez.

He's a budding guitarist from Buenos Aires who just graduated from Berklee College of Music in Boston.

At a Berklee commencement program, Fernandez got the chance to play Stairway in front of Jimmy Page, who is, of course, lead guitarist for Led Zeppelin.

The next day, Jimmy Page commented on the student performances of several of his famous Zeppelin songs.

"What a spirit there is here," Page said. "The quality of musicianship that was shown last night was really moving, right across the different genres that were being played. Thank you so much for the interpretation of my music. That was really touching."

Sebastian Fernandez says he wasn't nervous playing on stage in front of Page.

"I love playing live," he says. "I love the spiritual place that it takes me. I think I was really connected to that emotion. It just felt like great energy. I felt like I belonged there. I could see Jimmy while I was playing, so it was like living a dream but being conscious about it. It was probably the best show and moment of my life."

Fernandez starting playing guitar at age 6, but didn't start listening to Led Zeppelin until he was a teenager. At Berklee, he honed his playing and now he's heading out into the world armed with his music and his Gibson SG Classic.

"I'm very happy to have graduated because I couldn't take going to class anymore," he says laughing. "That's enough for me, that's what I say. Now it's the real world. I know it's going to be hard work, but I like it. My main project right now is my band, Stone Giant."

Fernandez says his band's been playing a lot in Boston and New York and will be heading to South America, Portugal and other places to play some festivals. Stone Giant will also be releasing an album this summer.

Fernandez says he hopes to "actually become what I always envisioned." - BBC Boston


"Stone Giant - The Groove (Portugal)"

Sediados em Boston (EUA), os Stone Giant preparam-se para começar a gravar o seu primeiro álbum. Com o português Pedro Zappa no baixo, o grupo é ainda formado pelo argentino Sebas Fernandez (guitarrista), pelo brasileiro João Nogueira (teclista) e pelo chileno Pepe Hidalgo (baterista). Este é o primeiro single, “The Groove” de seu título. [ROCK | OUVIR] - A Trompa


"Stone Giant 2013 Masscann/NORML (video)"

Stone Giant considered as a wild card for Boston Feedom Rally 2013 @ Boston Commons - MassCann/NORML


"Stone Giant Live at Freedom Rally Boston 2013"

Stone Giant considered as wild card for Boston Freedom Rally 2013 - MassCann/NORML


"Amazing Rock Show with Aaron Phillips @ Amazing Radio"

Radio Airplay for "One Yellow Ride"


http://s3.amazonaws.com/first_plays/202349_amazingradio_13-07-2013_20-13.mp3 (min 5:40)
- Amazing Radio


"Amazing Rock Show with Aaron Phillips @ Amazing Radio"

Radio Airplay for "One Yellow Ride"


http://s3.amazonaws.com/first_plays/202349_amazingradio_13-07-2013_20-13.mp3 (min 5:40)
- Amazing Radio


"Silver Sun -Stone Giant England Radio Airplay Amazing Radio"

http://s3.amazonaws.com/first_plays/202593_amazingradio_20-07-2013_20-19.mp3 (min 2:08)
- Amazing Radio


"Stone Giant Live @ Outside The Box Festival (Video)"

http://www.youtube.com/watch?v=Qb3zJZGIwRI - Stone Giant


"Dorm Sessions 8"

Dorm Sessions Volume 8 is the latest compilation by Heavy Rotation Records (HRR), Berklee's student-run label. The compilation—a mix of rock, pop, funk, hip-hop, and electronica by Berklee students and alumni—features Bear Language, 3rddy Baby, Nikolas Metaxas, Red Oblivion, Brite Lite Brite, Bent Knee, Evolfo Doofeht, Sarah Walk, Sirma, Stone Giant, Sharin Toribio, Canary and Melanie Lynx. - Heavy Rotation Records


"Dorm Sessions 8"

Dorm Sessions Volume 8 is the latest compilation by Heavy Rotation Records (HRR), Berklee's student-run label. The compilation—a mix of rock, pop, funk, hip-hop, and electronica by Berklee students and alumni—features Bear Language, 3rddy Baby, Nikolas Metaxas, Red Oblivion, Brite Lite Brite, Bent Knee, Evolfo Doofeht, Sarah Walk, Sirma, Stone Giant, Sharin Toribio, Canary and Melanie Lynx. - Heavy Rotation Records


"Artists"

Artists - Heavy Rotation Records


"Artists"

Artists - Heavy Rotation Records


"Stone Giant- Lady"

Stone Giant - Lady
from Dorm Sessions 8 by Heavy Rotation Records - Heavy Rotation Records


"Stone Giant- Lady"

Stone Giant - Lady
from Dorm Sessions 8 by Heavy Rotation Records - Heavy Rotation Records


"Stone Giant Live at Cafe 939"

Heavy Rotation Records Presents: Dorm Sessions 8!!

Performances By:

Stone Giant

Sirma

Bent Knee - Heavy Rotation Records


"Stone Giant Live at Cafe 939"

Heavy Rotation Records Presents: Dorm Sessions 8!!

Performances By:

Stone Giant

Sirma

Bent Knee - Heavy Rotation Records


"Heavy Rotation Records Dorm Sessions 8 Album"

Heavy Rotation Records (HRR) presents its 13th annual Epic Event on Wednesday, February 6, at the Berklee Performance Center. The concert showcases artists on Dorm Sessions Volume 8, the upcoming compilation by HRR, Berklee's student-run label. The compilation—a mix of rock, pop, funk, hip-hop, and electronica by Berklee students and alumni—features Bear Language, 3rddy Baby, Nikolas Metaxas, Sharin Toribio, Red Oblivion, Brite Lite Brite, Bent Knee, Evolfo Doofeht, Sirma, Sarah Walk, Melanie Lynx, Stone Giant, and Canary. - Berklee College of Music


"Heavy Rotation Records Dorm Sessions 8 Album"

Heavy Rotation Records (HRR) presents its 13th annual Epic Event on Wednesday, February 6, at the Berklee Performance Center. The concert showcases artists on Dorm Sessions Volume 8, the upcoming compilation by HRR, Berklee's student-run label. The compilation—a mix of rock, pop, funk, hip-hop, and electronica by Berklee students and alumni—features Bear Language, 3rddy Baby, Nikolas Metaxas, Sharin Toribio, Red Oblivion, Brite Lite Brite, Bent Knee, Evolfo Doofeht, Sirma, Sarah Walk, Melanie Lynx, Stone Giant, and Canary. - Berklee College of Music


"Stone Giant, argentina y extranjera"

La banda, que va a debutar en nuestro país en el Lollapalooza, tiene como guitarrista al argentino Sebastián Fernández (26), que se formó en la escuela Berklee de Boston. Su experiencia estudiando afuera y el día en que conoció a Jimmy Page.
Cuando Sebastián Fernández se puso de novio con una chica a los 17 años, nunca pensó que sería la sobrina de Jimmy Page. A partir de entonces, construyó su propia escalera al cielo: tuvo la oportunidad de visitarlo en su casa en Londres y conocerlo en la intimidad de su familia. Además, fue el nexo entre el héroe de Led Zeppelin y el Berklee College of Music, el prestigioso conservatorio de Boston donde Sebastián Fernández se formó como músico. Todo quedó registrado en un concierto donde Page recibió el Doctorado Honorario por parte de la escuela, y donde el argentino se lució tocando temas de Led Zeppelin frente a diez mil personas junto a su banda, Stone Giant.

En marzo próximo, Fernández va a cumplir otro sueño: tocar por primera vez en la Argentina junto a sus compañeros extranjeros: el tecladista Joao Nogueira (Brasil), el bajista Pedro Zappa (Portugal) y el baterista Pepe Hidalgo (Chile). Y lo harán nada menos que en el festival Lollapalooza, donde presentarán temas de su único álbum hasta el momento, de atmósfera grunge y stoner-rock y masterizado en Abbey Road.

¿A qué edad entraste a Berklee?

Me acuerdo que entré y al toque cumplí 21. Saqué la visa de estudiante para entrar a Berklee y me fui. Por suerte, mi viejo me bancó. Él fue banquero durante muchos años y nunca me impuso una carrera. Quizás yo de chico flasheaba ser futbolista.

El Lollapalooza va a ser un primer paso grande en la Argentina…

Va a ser la primera vez que mis compañeros vienen. Yo arranqué la banda hace cuatro o cinco años con el tecladista apenas entré a Berklee, pero tuvimos mucho recambio. Recién hace dos años y medio que se armó el grupo definitivo. Estuvimos tocando mucho por Boston y por Nueva York. También hicimos una gira por la Costa Este, abriendo algunos shows para los Enanitos Verdes. Siempre me imaginaba volver, aunque sea para tocar en un barcito, pero tocar en el Lollapalooza va a ser increíble.

¿Cómo resultó para vos la experiencia en Berklee siendo un tipo más rockero?

Al entrar y ver tanto jazz, pensé que tenía que tocar sólo eso. Pero conocés de todo. Aprendés un montón de cosas que al principio te pueden aburrir, pero después se te meten en la cabeza y es increíble. Siempre fueron muy jazzeros, pero el rock tuvo su renacimiento, y siento que con Stone Giant hemos ayudado un poco. Nunca hubo algo tan rockero como lo de Jimmy Page.

¿Vos tuviste algo que ver con que se concretara su visita?

Tengo un contacto con él desde hace mucho tiempo, y se lo propuse a Berklee. Ellos entregan los Doctorados Honorarios, se lo han dado a BB King, a Steven Tyler, a Willie Nelson… a un montón de gente. Cuando les dije que era Jimmy Page, ni lo analizaron. Los puse en contacto y nunca me imaginé que se iba a dar. Jimmy dijo que sí. No quería tocar porque es muy selecto con eso, así que terminamos haciendo un concierto para diez mil personas en el estadio de Boston University, con él entre el público. Tocamos Led Zeppelin y otras cosas.

¿Qué dijo sobre el homenaje?

Le encantó. Yo lo veía todo el tiempo mientras tocaba, y lo veía sonreír.

¿Vos ya lo conocías personalmente?

A los 17 me puse de novio con una chica inglesa. A los cinco meses, me contó que era la sobrina de Jimmy Page [risas]. Yo era fan de Led Zeppelin, y en ese momento, más todavía. Fue una locura. A los 19, fui para allá y lo conocí. Estuve con su familia, todo. Cuando me vio tocar, se abrió. Vio que estaba en la misma onda. Me acuerdo perfectamente: yo estaba tocando y de la nada él venía, se acercaba y me miraba. Se copó y después me llevó en taxi al aeropuerto. Es fanático de Carlitos Tévez, de la época en que jugaba en Manchester [risas].

Imagino que, después de eso, te hiciste un buen lugar dentro de Berklee.

Hice contactos con todos, hasta con el Presidente del colegio. Fue una forma muy buena de terminar la carrera.

¿Qué planes tenés con Stone Giant?

Tenemos muchas ganas de girar. Después de tocar acá, vamos a volver a Estados Unidos para ver si podemos tocar en el Lollapalooza de Chicago. Quizás podamos ir a Europa, también. A lo mejor, con la prensa que podamos generar con Lollapalooza podamos hacer algunas fechas en Sudamérica. Lo ideal sería que una banda grande nos invite a abrirle toda la gira, como nos pasó con los Enanitos Verdes. - Billboard


"Stone Giant: La banda que formo un argentino en Berklee"

Stone Giant: la banda que formó un argentino en Berklee llega a Buenos Aires
La banda hard rock, formada por el argentino Sebastián Fernández en la escuela de Boston, desembarca por primera vez en el Lollapalooza 2016

Fue noticia el 10 de mayo de 2014. El Berklee College of Music, famoso conservatorio de Boston en el que estudiaron estrellas mundiales, le otorgó un Doctorado Honorario a Jimmy Page en una ceremonia especial donde varias bandas de alumnos tocaron temas de Led Zeppelin como homenaje. ¡con el legendario guitarrista sentado en la fila 5! Entre esos afortunados -y acá viene el momento chauvinista- estaba Sebastián Fernández al frente de Stone Giant, grupo hard rock que comparte con un brasileño (Joao Nogueira, teclados), un chileno (Pepe Hidalgo, batería) y un portugués (Pedro Zappa, bajo). Se despacharon con "The Ocean", clásico de Houses of the Holy. Para el final del show, un combinado de todos los músicos cerró con "Stairway to Heaven" y Sebastián se encargó del solo de la canción. "Fue el mejor momento de mi vida", cuenta, sentado en un bar de Palermo, de paso por Buenos Aires. "Ensayábamos cuatro horas por día los temas. Ese solo lo practiqué durante semanas; me iba a dormir y lo tenía en la cabeza, me despertaba y seguía sonando, era una locura". ¿Y Page? "Estaba muy emocionado el chabón, se sintió honrado por la mención que le dieron, porque toda su influencia viene del blues norteamericano".

Rebobinando la historia, Sebastián es de San Fernando y se fue a estudiar a Boston en 2010, con la idea de armar su propio proyecto musical. "Me acuerdo que en una de las primeras clases, un profesor nos preguntó a cada uno para qué íbamos a Berklee y yo le respondí: 'Para formar un supergrupo'". Al primero que conoció ahí fue a Joao, un brasileño que llevaba puesta una camiseta de la selección argentina. Un día empezaron a hablar de sus bandas preferidas (Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd) y nació la idea de juntarse a tocar. Después, sumaron a Hidalgo y a Zappa, y cerraron filas. El nombre del grupo surgió de unas criaturas del El Hobbit. "No soy muy fanático de la saga de El Señor de los Anillos, pero Joao fue a ver la última y volvió con esa idea. Nos gustó cómo sonaba", recuerda Sebastián. Escribieron 40 canciones (todas cantadas en inglés) y eligieron un repertorio de 12 para su primer disco. Lo grabaron en New Jersey y lo mezclaron en Abbey Road, con ayuda de un argentino que trabaja allá, Alex Lang. "No lo podíamos creer. Fuimos al famoso Studio Two y tocamos el piano donde se grabó 'Lady Madonna'. Muy surreal todo".

La posibilidad de presentarse en Buenos Aires como parte de la grilla del Lollapalooza 2016 significa mucho para Sebastián, que por primera vez va a poder mostrar en su país todos los frutos que cosechó estos años. "Es algo que siempre lo soñé. Yo me fui para allá, pero mi objetivo era volver acá para tocar. Y lo busqué, lo busqué mucho, es algo que me imaginaba que iba a pasar dentro de cinco años. Se dio todo muy rápido, fue una gran sorpresa", asegura.

¿Cómo es un día de escuela en Berklee? ¿Hay algo de School of Rock?

Hay de todo. Al haber nacido como una escuela de jazz, hay tipos que son unos animales y van a perfeccionarse. Algunos tratan de ser algo que no son. En mi caso, yo venía de tocar mucho Hendrix y Page, y ahí me la pasaba tocando Charlie Parker y Wes Montgomery. Me abrí al jazz, pero me estaba aportando algo que no quería. De un día para el otro, dije: "Chau, hago rock" y me focalicé de vuelta en lo que me gustaba.

¿El nivel es tan exigente como se cree?

Sí, pero si practicás el tiempo necesario, te va bien. No es lo que se imagina todo el mundo. Hay gente muy buena, y gente que se pierde y se va. Primero liquidás todo lo que es el "ear training", escuchar cosas y escribirlas, solfeo, armonía. Y después hacés una especialización, que en mi caso fue "songwritter".

¿Cómo era tu rutina?

Estaba full-time en la universidad, tenía clases todos los días, y después ensayaba con los chicos. Fueron cuatro años. Ahora estoy viviendo en Nueva York y tengo una productora de shows. Me encanta llevar artistas y producir eventos. Hemos llevado a Fito Páez y a Jarabe de Palo a Boston. A veces, si produzco el show de una banda de rock, meto a Stone Giant de telonero. Una vez le abrimos dos shows a los Enanitos Verdes, en Washington, frente a un público que era todo latino, ¡y pensaron que nosotros éramos yanquis!

¿Tenés algún referente nacional?

Pappo. Se los ponía a mis compañeros de la escuela y me preguntaban qué era eso, porque hay algunas suyas que son medio Hendrix, medio Black Sabbath. Nunca fui muy expuesto al rock nacional, siempre fui muy terco con el rock clásico. Mi profesor de guitarra, cuando era chico, fue Baltasar Comotto. Me daba clases cuando tenía su trío de jazz.

¿Cómo se preparan para el Lollapalooza?

Vamos a ir 10 días antes a Buenos Aires, quiero cocinarles un asado a los pibes y llevarlos a La Bombonera. Vamos a ser de las primeras bandas del festival, no sé cuánta gente va a haber. De chico escuchaba Eminem, así que tengo ganas de verlo. También a Noel Gallagher, porque estuve en el show de Londres que Oasis canceló y se separó. Y me gustaría hablar con los Eagles of Death Metal, después de la situación tan difícil por la que pasaron en París.

¿Qué planes tienen para los meses siguientes?

Girar, girar y girar. Vamos a tocar por Estados Unidos y Europa, en todas las ciudades que podamos. Quiero estar de gira todo el año.

Por Nicolás Igarzábal - Rolling Stone


"El Hard Rock setentoso llega al Lollapalooza"

Luego de algunos ensayos y audiencias, a Fernández y Nogueira, que se conocieron en Berklee, se le sumaron el bajista portugués Pedro Zappa y el baterista chileno Pepe Hidalgo, cerrando una formación de variadas nacionales que en 2014 recibió elogios de Jimmy Page por su interpretación de "The Ocean".

Más allá de ese cover, el flamante disco de Stone Giant presenta consistentes canciones rockeras, con un sonido crudo en el que la guitarra se lleva todos los laureles, junto a los aportes melódicos del teclado, en una revisión del hard rock zepellineano, pero con toques stoner y de blues.

"Pedro es de escuchar algunas cosas más modernas y nos pasa esas bandas, pero yo siempre vuelvo al rock y al blues de los '70. Ahí están mis influencias, más allá de que hay bandas actuales que me parecen muy buenas", dijo Fernández en una entrevista con Télam en Buenos Aires.

"Nunca estuve muy influenciado por el rock nacional. Hay cosas que me gustan, pero de chico fui a colegio estadounidense y mi contacto con el inglés es natural. No me siento cómodo cantando en español, me expreso mejor en inglés", sostuvo en referencia al por qué decidió escribir sus canciones en ese idioma anglosajón.

Este último año, con el disco en la calle, al cuarteto radicado en Nueva York se le abrió las puertas para una gira por la Costa Oeste estadounidense y pudieron compartir una recordada fecha junto a los Enanitos Verdes.

"Nos subimos al escenario y la gente nos abucheó porque no estábamos anunciados, pero cuando empezamos a tocar terminaron pidiendo que siguiera nuestro show. Al otro día, nos llamaron los Enanitos para que volviéramos a tocar juntos. Agarramos todo en el hotel y manejamos 500 kilómetros para presentarnos esa noche", comentó el músico de 26 años.

Con una buena respuesta en el público, Fernández jamás imaginó que "tan rápido" pudiera tocar en Argentina en un festival de envergadura como el Lollapalooza, pero al momento del anuncio, decidió no contar nada a sus familiares y amigos, "para que se llevaran la sorpresa".

Al margen de su show del viernes 18 de abril, Stone Giant tiene pensado armar algún otro concierto tanto en Buenos Aires como en Santiago de Chile, de donde es el baterista y donde se presentarán en la edición trasandina del mencionado evento.

"Además quiero mostrarles Buenos Aires a los chicos de la banda. Tengo la idea de pasar un par de semanas acá, comiendo asado y haciéndoles conocer mi ciudad, porque cuando regresemos nos esperan más conciertos", comentó el cantante, quien también trabaja en una posible gira por Europa para el año que viene.

Con la colaboración del ganador del Grammy Fernando Lodeiro (Artic Monkeys, Chick Corea, Lou Reed y Paul McCartney, entre otros) en la grabación y mezcla del disco masterizado en Abbey Road, el crecimiento de Stone Giant parece vertiginoso, aunque este pronunciado ascenso se debe al tesón y trabajo que, dijo Fernández, tiene el grupo.

"Somos muy exigentes y estrictos en el momento del ensayo y la composición. Si bien hacemos rock, tenemos una formación más clásica, por lo que las armonías y melodías no están hechas al azar. Por otro lado, yo siempre, desde chico, me imaginé tocando en una banda", sostuvo.

La historia de Stone Giant, comenzada entre Fernández y Nogueiro, tiene otra particularidad: en el primer día en la Universidad de Música de Berklee, el cantante se cruzó con un melenudo con remera de Argentina, quien, para su sorpresa, terminó siendo un brasileño.

"Joao es fanático de Argentina. Miramos los partidos de la Selección juntos y él grita los goles como si fuera argentino", comentó entre risas el guitarrista.

Los cuatro, junto al representante Nicolás Boskis, conviven en Nueva York, lo cual facilita, según explicó, el trato entre ellos y el intercambio musical, para haber dado vida a un trabajo que, pese a ser el primero, cuenta con una personalidad declarada.

"El disco tiene un sonido moderno, pero no sabemos si lo vamos a continuar. Pensamos en conseguir un sonido más a como nosotros sonamos en vivo. Yo no uso pedales. El único efecto que meto es la distorsión que viene en el amplificador", aclaró, dejando la puerta abierta a un 2016 que, además de las giras, puede traer cambios. - TELAM


"Stone Giant : El publico argentino respondio muy bien a nuestra musica"

Lollapalooza reúne cada año a grandes figuras de la música alternativa (y no tanto) de todo el mundo, pero también aprovecha para presentarnos algunos nuevos artistas que tienen mucho para dar. ROCKOMOTORA entrevista nuevamente a Stone Giant.

El pasado noviembre, el anuncio del último line up generó su acostumbrado gran alboroto en las redes sociales, pero también algunas incertidumbres. Mientras muchos señalaban los nombres de más abajo y se preguntaban ¿qué es Stone Giant?, algunos salimos a averiguarlo y nos llevamos una grata sorpresa.

Sebastián Fernández, argentino, se fue de joven a estudiar música a Boston y junto a un brasileño, un portugués y un chileno (todos compañeros de curso) formaron un grupo que trae de vuelta lo mejor de los ‘70: con su primer disco dejaron en claro sus intenciones de retrucar las bases que establecieron Black Sabbath, Led Zeppelin y Deep Purple, y revivir el hard rock.

Ser parte del cartel del Lolla 2016 significó para Sebas un retorno a su tierra, que culminó con un Niceto lleno el marzo pasado. Ahora vuelven para el Personal Fest (esta vez con su nombre en letras más grandes) y en esta entrevista exclusiva con ROCKOMOTORA, los Stone Giant nos cuentan sobre lo que pasó en nuestro país, lo que traman para este octubre y cómo tocar música de hace décadas para el público de este siglo.

-Los dos recitales que dieron en marzo en Argentina fueron de alguna manera tu heroico regreso a tu tierra natal. ¿Cómo lo viviste, Sebas?

S.F.: Como un sueño. Desde el día que me fui de Argentina, más allá de tocar en cualquier otro lugar, siempre soñé con volver. Pero como lo he dicho en otras entrevistas, todo fue de una magnitud mucho más grande de lo que yo pensaba; no imaginaba que podría pasar todo tan rápido. Años antes yo quizás trataba de planear cosas como ir a tocar un bar o a Punta del Este con amigos, una gira por las playas más chicas, algo así. Y el día que se confirmó lo del Lollapalooza fue un sueño haciéndose realidad, pero de una manera mucho más extrema de lo que yo pensaba. Pensar que hay bandas que están juntas hace veinte años, y nosotros estamos hace dos y medio y esto ya nos pasó. La verdad que fue una bendición. Así que lo viví increíble, vi a mis amigos, tuvimos entrevistas; el día del Lollapalooza tocamos y vimos a otros artistas. Constantemente nos mirábamos con los chicos y era como chequear la realidad, como diciendo “che, ¿qué hacemos acá?”.

PEDRO ZAPPA: Fue una experiencia única viajar y tocar allá. El público respondió muy bien a nuestra música.

–¿Hay un público para ese hard rock clásico que ustedes hacen? ¿Cómo es?

JOAO NOGUEIRA: Llega a dos públicos, porque hay gente nueva que se fija y que le gusta este sonido, y está también la gente más vieja, que se siente identificada por el sonido de esa época, que la vivieron, y se sienten representados por nosotros. Porque se trata de una nueva banda que está tocando esa música.

–Son una banda joven, pero pronto llegaron a hacer dos Lollapalooza, tocaron ante Jimmy Page y hace poco se presentaron junto a Lynyrd Skynyrd. ¿Cómo viven ese crecimiento?

P.Z.: Es la progresión natural de una banda que conecta con su audiencia. Un concierto lleva al siguiente. Es difícil determinar cuáles son los catalizadores de nuestro crecimiento. Definitivamente tiene que ver con el hecho de que nos mantuvimos en movimiento y apegados a nuestro propio sonido; la gente se identifica con eso.

-En el Lolla se toparon con Jesse Hughes, de los Eagles of Death Metal… ¿cómo fue ese encuentro?

S.F.: Fue muy fuerte, una conexión bastante profunda. Recuerdo que en una entrevista me preguntaron con quién quería hablar en el Lollapalooza y de una manera muy inconsciente dije “me encantaría conocer a los EODM y si puedo, hablarles de lo que les pasó en París”. Pero lo dije solo porque tenía que responder algo. Cuando llegamos al Lolla, antes de que ellos salgan a tocar estaba Jesse ahí fumando y yo pasé con Pedro y lo saludamos y le deseamos buena suerte. Después en el lounge de los artistas nuestro mánager le pide un encendedor y terminamos hablando como por una hora. En un momento apareció Matías Martin y nos entrevistó con él ahí. Hablamos de todo, nos dio muchos consejos sobre las bandas y la vida, nos contó de su vida antes de ser músico, su relación con Josh Homme. Luego Matías le preguntó algo de París y él se puso a llorar y yo lo agarré del hombro y le dije “God bless you, Jesse”. Y él se largó a llorar más fuerte y como que le hicimos un abrazo grupal. Fue una conexión muy grande. Al final yo le digo que soy Sebastián, de Stone Giant, y él me mira como diciendo “sí, ya sé” y me dice “tengo su disco en mi teléfono”.

–¿Hubo algún otro encuentro?

S.F.: En Chile conocimos a los Alabama Shakes; Britanny fue super humilde. Le dije que tenía la voz de un ángel y me miró y me dijo “no, soy solo una persona”. El que fue muy buena onda también fue el guitarrista de Albert Hammond Jr, que tenía su camiseta de Argentina. A los Tame Impala no los conocí mucho pero con el tecladista hablamos dos o tres veces. Él también dijo que ya me conocía cuando le dije que era de Stone Giant. Y en una fiesta conocí a Skrillex. En fin, la verdad que conocimos a todos, porque están todos ahí juntos. Eso es una cosa increíble del festival, que en ese momento son todos amigos, artistas ahí conociéndose, comiendo, tomando. En un momento pasé caminando y estaba todo el equipo de Of Monsters and Men, que se ve que son muy futboleros porque cuando pasé una vez estaban jugando al Fifa, y la segunda vez estaban con el metegol.

-Ustedes son los cuatro de distintos países. ¿Cómo fue creciendo y cómo es la convivencia entre los miembros de la banda? ¿De qué manera esa variedad de orígenes es enriquecedora?

J.N.: La convivencia es muy tranquila verdaderamente, somos todos muy amigos, y con respecto a la lengua, hablamos una mezcla de portugués con español e inglés que llamamos “The Stongiantish”. Creo que lo que contribuye más de esa diversidad de nacionalidades es que por cada uno de nosotros hay un grupo de personas que nos sigue individualmente, y por eso tenemos una exposición distinta en cada país. Para el sonido el tema de los orígenes no importa mucho, porque la estética sonora es toda de rock n’ roll, que no es un estilo de donde venimos, sino que fue hecho en Inglaterra y Estados Unidos y alcanzó una representación universal; y de esa universalidad bebemos.

P.Z.: Es una experiencia interesante. Yo aprendí español en el proceso. Pero para mí el factor más enriquecedor fue el crecimiento musical que nos trajo a todos tocar juntos. Somos todos ligeramente distintos, quiénes somos y cómo somos, pero confluimos en un mismo espacio musical. Funciona estupendo, y se siente fresco todo el tiempo.

-A pesar de que tienen un sonido muy clásico, ¿qué música actual los influencia y están escuchando?

P.Z.: Al momento Lady Lamb, Courtney Barnett y Lucy Dacus and Mothers son algunos de los artistas que estuve escuchando yo.

J.N.: Escuchamos mucho Queens of Stone Age, Tame Impala, Eagles of Death Metal, Them Crooked Vultures, Uncle Acid and the Deadbeats, King Gizzard & The Wizard Lizard… toda esta movida.

–A diferencia de esa mística que tenían Page, Hendrix, o Blackmore, hoy en día no se le da tanta atención al guitarrista como figura y como instrumentista. ¿O sí? ¿Cómo lo ves vos, Sebas?

S.F.: Creo que no se le da atención cuando no se le quiere dar atención. Cuando el grupo no le da la atención que se merece, como era antes. Hoy en día los artistas que ves en los festivales no son muy orientados hacia la guitarra. Si se aparece alguien hoy en día y empieza a tocar de esa manera, la gente va a escuchar y va a sentir algo. Puede pasar como John Mayer, que arrancó con canciones pop y así atrajo a su público. Fue una forma de marketing, pero él en verdad siempre fue un guitarrista increíble. Entonces la gente iba a escuchar esas canciones pop y él las tocaba y después de la nada empezaba a tocar blues a lo Stevie Ray Vaughan. Hoy en día es reconocido como un guitarrista fantástico. Está Gary Clark Jr. también. Creo que está volviendo eso, porque es gente que le da atención e importancia a eso. Lo que es ver a un buen guitarrista en vivo no va a morir nunca, y la gente lo siente.

–¿Hay nuevos temas? ¿Van a tocar algo de eso en los próximos shows? ¿Cómo suenan?

S.F.: Sí, hay. Ya estamos pensando un poquito en el segundo disco, que queremos que sea un poquito más rápido, más energético. Porque el primer disco tiene un tiempo y un sonido bastante pesado. Y quiero balancear eso con temas más rápidos. Que se pueda armar un set en vivo combinando ambos discos y haya una dinámica distinta. Yo soy mucho de que escribo un tema nuevo y ya me gusta más que cualquier otro tema que escribí. Hoy en día los temas nuevos me encantan y los estamos tocando. Tenemos tres o cuatro, pero imagino que para el Personal vamos a tener más y tendremos que elegir para tocar entre lo mejor de lo nuevo y del primer disco.

–¿Planean hacer algún otro show por el país o la región aprovechando el Personal Fest?

S.F: Es la idea. Estamos evaluando la posibilidad, ya lo iremos viendo.

-¿Cómo imaginan el futuro de la banda, para los próximos años?

P.Z: No tengo una idea específica, pero a juzgar por la respuesta de los públicos ante los que hemos tocado, va a ser una aventura.

J.N.: Rockeandola. Tocando, grabando, haciendo tours. Esto es lo que pueden esperar de nosotros.

Escuchá acá otra entrevista que le realizamos a la banda en junio de éste año, en nuestro programa en vivo. - Rockomotora


"Stone Giant, la banda que revivio a Zeppelin en USA"

Sebastián Fernández (26) nació en la ciudad de Buenos Aires y de chico es fan del rock clásico de los ‘60 y ‘70. A los 20 años se colgó la guitarra y viajó a Boston a audicionar para el Berklee College of Music, donde ingresó para estudiar composición musical. Fue durante esos años cuando se juntó con un brasilero, un portugués y un chileno para dar forma a Stone Giant, una banda que trae la mística de Zeppelin y Sabbath a la época de los teléfonos inteligentes.

En marzo bajarán al sur para presentar su primer disco (Stone Giant, 2015) en los Lollapalooza de Argentina y Chile, y prometen hacer saltar a la audiencia latinoamericana con una fórmula a base de riffs, solos y aullidos que sacuden. Mientras, Sebas regresó por unos días a Buenos Aires para pasar las fiestas con su familia e Indie Hoy aprovechó para conversar con él sobre la banda y el sentimiento de regresar a su país a compartir este proyecto con sus compatriotas.

¿Cómo fue que migraste a Estados Unidos para estudiar música?
A los 18 terminé el colegio y me quedé tocando con una banda como hasta los 20. Tuvimos unos quilombos, me separé, y no sabía para dónde encarar. Tenía unos amigos que estudiaban en EE.UU. y me dijeron “Tenés que venir al Berklee”, así que me decidí, agarré la guitarra y me fui un día a Boston a audicionar. El porcentaje de los que aceptan no es muy grande; tenés que ir, presentarte y tocar algo. Te hacen leer música, un poco de todo. Básicamente es como una audición para que ellos vean si hay algo con lo que van a poder trabajar, después la teoría te la enseñan. Berklee es la universidad de música más grande de hoy en día; de ahí salieron John Mayer, Quincy Jones, y varios más. Vos ahí entrás sí o sí como instrumentalista, por más que vayas para aprender, ponele, el negocio de la música. Tenés que ser algún tipo de músico. Yo entré como guitarrista, aunque seguí una carrera llamada Songwriting, que es de composición musical pero no clásica, sino orientada al rock y pop.

Una vez ahí, formaste la banda con compañeros de clase. ¿Cómo se conocieron?
Como yo ya había tenido una banda acá, cuando me fui lo hice no solo con la idea de crecer como músico -que terminó pasando- sino también con la idea de conocer gente para formar un grupo. En el primer día de clases, en un momento, entra al aula un tipo con el pelo largo y una camiseta de Argentina. Llegaba tarde; saludó y se sentó. Yo pensé que era argentino, así que después de la clase fui y le pregunté: resulta que era brasilero. Quedé re loco, no entendía nada (risas). Ahí pegamos buena onda, nos pusimos a hablar y descubrimos que a los dos nos gustaba Led Zeppelin, Black Sabbath, Jimi Hendrix. De hecho justo tocaba Roger Waters ese fin de semana y fuimos juntos a verlo. Y ese mismo día, como él tocaba el teclado, yo la guitarra, y los dos cantábamos, dijimos “bueno, formemos una banda de rock”. Tuvimos distintas formaciones hasta que se conformó el equipo que es hoy.

¿Cómo es la intimidad de una banda que tiene cuatro integrantes de cuatro países distintos? ¿Eso le aporta algo a la banda?
Lo bueno es que tenemos el español en común todos. Joao, el tecladista, es brasilero pero por codearse con la comunidad argentina de allá (que es muy grande) ya habla español, te entiende todo. Pedro, el de Portugal, no habla mucho, pero lo entiende. La verdad, igual, es que hablamos de todo, una mezcla de inglés, español, portugués. Quizás uno dice algo en un idioma y le responden en otro (risas).

¿El sonido “setentoso” de la banda fue una idea definida desde el principio o se fue dando?
Esas siempre fueron nuestras influencias máximas, y siempre tratábamos de ir por ahí. Al principio, cuando había otros músicos, tuve en cuenta el hecho de que la industria encaraba mucho al dance, y en un momento quise forzar el sonido hacia el lado del electrorock. Pero cuando dejamos de forzar el sonido y decimos “vamos a tocar lo que salga”, ahí es cuando sale de manera natural el sonido que tiene ahora Stone Giant.

¿Qué música escuchás vos? ¿Qué te influye? ¿Escuchás algo de música argentina?
Yo escucho siempre eso. Mis amigos insisten en mostrarme bandas nuevas, y qué se yo, pero cuando estoy solo, o en el auto, me gusta escuchar Clapton, Stevey Ray Vaughan, Jimi Hendrix. Escucho las mismas canciones cuarenta mil veces pero por más que me traigan cosas nuevas, soy muy terco con que me gusta mucho el blues. Cuando agarro la guitarra y no estoy con la banda toco blues todo el día, automáticamente. Algo nacional, escucho mucho a Pappo. Sobre todo la parte de Pappo’s Blues, todo eso, me re gusta. También El Reloj, La Renga, los Redondos, todo lo que tenga esa energía. Igual siempre fui más de la movida del rock clásico de los ‘60 y ‘70 en Inglaterra.

¿Cómo fue el 2015 en relación al lanzamiento de su primer disco y la gira por Estados Unidos?
Grabamos todo el disco en un estudio y después nos fuimos a Londres con Nico (el manager, también argentino) a masterizarlo en Abbey Road, una experiencia increíble. Ahí lo largamos y nos fuimos de tour. Estuvimos de gira por gran parte de Estados Unidos; básicamente manejamos desde Boston hasta Nashville haciendo Washington, Filadelfia, Carolina del Norte, y demás. Tocamos en un venue muy copado, The Fillmore, y terminamos pegando dos fechas con los Enanitos Verdes. Estaban allá y nos invitaron a abrir para ellos. Y como les gustó, nos invitaron al siguiente show también. Terminamos haciendo dos presentaciones para unas tres mil personas. Sin dudas fue de lo mejor de la gira.

¿Y cómo fue que terminaron tocando temas de Zeppelin ante Jimmy Page?
Es una historia muy loca, porque yo a los 17 años salía con una chica que luego de cuatro o cinco meses de relación me dijo que era la sobrina de Jimmy Page. Me llevó unos días creerle (risas). Un par de años después ella estaba en Londres y me dijo que vaya, y de paso podría conocerlo. Fui, llevé mi guitarra, estuve con él, toqué un par de temas con su hijo baterista, fue increíble. En el viaje de regreso en mi cabeza pensaba: “me lo voy a encontrar de vuelta, pero por mis propios medios”. Luego de hacer toda la carrera en Berklee, llegó el momento de la ceremonia de graduación y allá tienen la tradición de hacer una gran celebración, en un estadio grande en Boston, como para 10.000 personas, y traen artistas para darle un Doctorado Honorario. Han estado desde Steven Tyler, B.B. King, Willie Nelson, Sting, gente muy grande. Cuando me estaba egresando, el año pasado, le dije a la gente de ahí que yo tenía el contacto con Jimmy Page y podíamos hacer la ceremonia con él. Ni lo dudaron, lo puse en contacto y él aceptó. No quiso tocar, porque él solo lo hace con sus músicos conocidos, pero eso nos terminó favoreciendo porque yo terminé muy metido en la dirección musical, elegí a los músicos, y me metí con la banda a tocar. Terminamos tocando Led Zeppelin para miles de personas con Jimmy Page en la quinta fila.

En marzo se presentan en los Lollapalooza de Argentina y Chile. ¿Era una deuda traer tu banda a tu país?
Sí, más allá de que me fui o de que me guste tocar allá, siempre la fantasía era volver a tocar en Argentina. Pero me imaginaba otra cosa; pensaba volver a tocar en un barcito, en Palermo, donde sea, pero volver con los chicos a tocar. De la nada surgió que tocamos en Lollapalooza. Yo que con un bar estaba contento, vamos a venir a tocar a un festival así de grande, que era algo que capaz me imaginaba para dentro de cuatro años. Yo soñaba con estas cosas, me imaginaba, no sé, tocando un solo en un estadio… y de la nada algo parecido va a pasar. Así que es bastante grande para nosotros.

¿Qué esperás de esa experiencia? ¿Cómo te imaginás el recibimiento de la gente?
Eso me intriga mucho, porque todos los músicos que vienen dicen que el público argentino es uno de los mejores. Todas las bandas de rock que vienen terminan eligiendo Argentina para hacer sus DVDs, ya pasó con AC/DC o Roger Waters. Aún no sé a qué hora vamos a tocar, pero imagino que vamos a estar bien temprano, como una de las primeras bandas. Por ende no creo que haya la gente que va a haber a la tarde, pero no importa, estamos adentro, y vamos a romper todo. La situación va a sacar algo muy bueno de nosotros.

¿Van a aprovechar para tocar en otro lado además del festival?
Sí, estamos tratando de armar unos shows. Yo creo que vamos a arreglar una fecha más en cada país. Sobre todo porque vamos a estar como tres semanas por estos lados, vamos a venir diez días antes de la primer fecha para que los chicos conozcan Buenos Aires. Así que si bien esos shows no están confirmados, van a suceder.

Además de eso, ¿qué planes hay para el 2016?
Girar, ir con la banda a todas partes. Luego de Lollapalooza me voy a tomar un mes para trabajar en mi otro proyecto (una productora llamada Owl Master Booking, que organiza conciertos en Estados Unidos). Ya en junio, en el verano estadounidense, vamos a estar de gira otra vez por la costa este, y quizás la idea es engancharnos con el Lollapalooza Chicago, que es una posibilidad aún no cerrada. Lo importante es girar todo el 2016 y a fin de año arrancar a pensar en lo que será el segundo disco.

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Stone Giant se presenta el viernes 18 de marzo en la primer jornada del Lollapalooza Argentina, y el domingo 20 en su par chileno, junto a Florence + The Machine, Eminem, Alabama Shakes, Noel Gallagher, Babasónicos y muchos más. Además, sumarían al menos un sideshow en cada país, a confirmar. - Indie Hoy


"Stone Giant Personal Fest 2016"

STONE GIANT es una banda de hard rock formada durante el 2013 en la ciudad de Boston. Sus integrantes se conocieron mientras estudiaban en la prestigiosa escuela de música “Berklee College of Music”, con sede en esa ciudad norteamericana.

Los miembros son el argentino Sebastián Fernández (voz y guitarra), el brasilero Joao Nogueira (teclados), el portugués Pedro Zappa (bajo) y el chileno Pepe Hidalgo (batería).

A partir de su participación en importantes festivales, STONE GIANT ganó su reputación como una de las mejores bandas de rock en vivo de Boston y Nueva York.

En 2014, participaron de un concierto en honor a Jimmy Page, legendario guitarrista de Led Zeppelin. Y ese mismo año, grabaron su primer disco, titulado como la banda “STONE GIANT”.

A principios del 2015, su disco fue masterizado en el famoso estudio “Abbey Road Studios” con el ingeniero de masterización Alex Wharton.

STONE GIANT es una banda que promete hacer cosas muy grandes e influenciar al mundo con su mensaje y música. Disfrutalos en el Personal Fest. - Personal Fest


"Berklee grad gets a chance to play 'Stairway to Heaven' in front of Jimmy Page, and nails it"

Overplayed? Perhaps. But not if you're Sebastian Fernandez.

He's a budding guitarist from Buenos Aires who just graduated from Berklee College of Music in Boston.

At a Berklee commencement program, Fernandez got the chance to play Stairway in front of Jimmy Page, who is, of course, lead guitarist for Led Zeppelin.

The next day, Jimmy Page commented on the student performances of several of his famous Zeppelin songs.

"What a spirit there is here," Page said. "The quality of musicianship that was shown last night was really moving, right across the different genres that were being played. Thank you so much for the interpretation of my music. That was really touching."

Sebastian Fernandez says he wasn't nervous playing on stage in front of Page.

"I love playing live," he says. "I love the spiritual place that it takes me. I think I was really connected to that emotion. It just felt like great energy. I felt like I belonged there. I could see Jimmy while I was playing, so it was like living a dream but being conscious about it. It was probably the best show and moment of my life."

Fernandez starting playing guitar at age 6, but didn't start listening to Led Zeppelin until he was a teenager. At Berklee, he honed his playing and now he's heading out into the world armed with his music and his Gibson SG Classic.

"I'm very happy to have graduated because I couldn't take going to class anymore," he says laughing. "That's enough for me, that's what I say. Now it's the real world. I know it's going to be hard work, but I like it. My main project right now is my band, Stone Giant."

Fernandez says his band's been playing a lot in Boston and New York and will be heading to South America, Portugal and other places to play some festivals. Stone Giant will also be releasing an album this summer.

Fernandez says he hopes to "actually become what I always envisioned." - BBC Boston


"Stone Giant: rock de escuela"

La banda del argentino Sebastián Fernández se abre paso en la escena norteamericana apoyada en sus diplomas de Berklee, su virtuosismo instrumental y su habilidad para moverse dentro de la industria. El 23 de octubre llega al Personal Fest.
La única manera de soportar el caos de tránsito en Nueva York es, para los músicos de Stone Giant, pensar en la fecha del día siguiente: van a tocar en el Bank of Pavilion de Gilford, New Hampshire, a unos 400 kilómetros hacia el noreste, antes de los shows de Peter Frampton y de Lynyrd Skynyrd. Será otro ítem destacado de su joven pero ya nutrido currículum, en cuyo apartado de estudios se lee Berklee College of Music. Tener credenciales de este conservatorio de Boston –de donde también egresaron referentes como Quincy Jones, John Mayer o Steve Vai– es la carta de presentación más importante para la banda liderada por el guitarrista y cantante argentino Sebastián Fernández (27) y el tecladista brasileño Joao Nogueira (29), que el próximo 23 de octubre va a pisar escenarios locales por segunda vez en la última jornada del Personal Fest, compartiendo line-up con No Te Va Gustar, Cypress Hill, The Kooks y The Vaccines, entre otras. Significará el regreso después de haberse presentado este año en el Lollapalooza argentino y en Niceto Club a sala llena.

Tener credenciales del Berklee College of Music –de donde también egresaron referentes como Quincy Jones, John Mayer o Steve Vai– es la carta de presentación más importante para la banda.
Hacia New Hampshire viajan en su propia van. Son tres horas las que demanda cruzar desde Brooklyn hasta Nueva Jersey –Manhattan de por medio–, donde el baterista chileno Pepe Hidalgo espera que lo levanten antes de seguir hacia el norte (Hidalgo dará su último show antes de dejar la banda por motivos personales y ser reemplazado por el cubano Alejandro Enríquez Tarride). Para manejar, Sebastián se turna con Nicolás Boskis (29), el otro argentino, el mánager, que después de haber pasado por distintas facultades argentinas relacionadas con la música, emigró a Boston para estudiar Music Business en Berklee. A Nicolás le dicen “Borgui”: “Alguien una vez pensó que me llamaba así, y de ahí quedó para los amigos Borguinson –por la melena de Morrison– o Borguidamus –por mis estudios astrológicos–”.

En su álbum homónimo –el único hasta el momento–, Stone Giant sublima su libido de rock pesado y blusero que parece un redescubrimiento entre el polvo que dejaron los 70. Porque si la Gibson SG de Sebastián pone la cuota de riffs a lo Steppenwolf, Vanilla Fudge o Blue Cheer, los teclados de Joao Nogueira terminan por darle el tono progresivo que funciona como imán definitivo para nostálgicos. El disco fue producido por Fernando Lodeiro, el ingeniero de sonido venezolano que trabajó con artistas como Paul McCartney, Lady Gaga, Sting y Esperanza Spalding (con quien ganó su primer Grammy). Una vez terminado –en los estudios Water Music de Nueva Jersey–, lograron masterizarlo en Abbey Road gracias a Axel Lang, un agente argentino que hoy toca teclados con el Indio Solari.

El virtuosismo de Stone Giant, sobre todo en la interpretación del rock duro de bases, captó la atención de Jimmy Page [...] [Fernández] Compartió zapadas en la intimidad de la casa de Page y, a través de su gestión, el héroe de la guitarra recibió el Doctorado Honorario por parte de Berklee.
El virtuosismo de Stone Giant, sobre todo en la interpretación del rock duro de bases, captó la atención de Jimmy Page. Todo empezó a gestarse cuando Sebastián Fernández salía con una chica que resultó ser sobrina de su ídolo. A partir de ahí, el argentino comenzó a construir la escalera a su propio cielo: compartió zapadas en la intimidad de la casa de Page y, a través de su gestión, el héroe de la guitarra recibió el Doctorado Honorario por parte de Berklee, con un concierto especial donde Stone Giant se lució interpretando temas de Led Zeppelin frente a 10.000 personas, con el propio Jimmy Page en primera fila.

Hechos en Boston

En una de las primeras clases que tuvo Sebastián, un profesor les preguntó a los alumnos para qué querían estudiar en un lugar como Berklee, un conservatorio al que ingresa solo el 30 por ciento de los músicos que aplican en el mundo. “Para formar un supergrupo”, respondió el guitarrista, que a los pocos días conoció a Nogueria, su primer socio en Stone Giant. El brasileño viaja en la última fila de asientos en la van y lleva puesta una remera celeste que reza “Socialism Sucks” [El socialismo apesta], con la misma tipografía que usa el Partido Demócrata. Es un liberal acérrimo, convencido y estudiado. Tan así que uno de sus proyectos paralelos se llama Los Académicos de Milton Friedman, donde se despacha con sambas políticas e irónicas, como la que le dedica a nuestra expresidenta en Por una Cristina.

“En la primera clase de inglés que tuve, vi a Joao entrar con una remera de Argentina. Tenía el pelo más corto, estaba sin barba. Más pinta de asesino serial”. Cuando Sebastián y Joao se conocieron, se encontraron con que compartían gustos por Led Zeppelin, Black Sabbath y AC/DC. “Ni sabíamos cómo tocaba cada uno, pero se abrió una puerta y nos juntamos a zapar”. Borgui es el copiloto durante el primer tramo. Detrás, en la segunda fila de asientos, viajan este cronista y Pedro Zappa (26), el bajista portugués, que se abstrae durante horas jugando con el celular a la versión más moderna del Snake. Las pocas veces que interviene con comentarios, lo hace acariciando su barba tupida y sugiriendo alguna canción para escuchar, con un tono suave y distintivo que no llega a ser femenino. “Soy una lesbiana en el cuerpo de un hombre”, dice cuando alguien hace mención a su personalidad sensible.

Pedro comparte tutoriales de bajo en YouTube y toca ocasionalmente para otras bandas. Es el más abierto a escuchar nuevas influencias y hasta grabó su propio álbum como solista –el conceptual The Connection– bajo el pseudónimo de “Flabergast”, en donde se percibe su interés por sonidos psicodélicos que remiten a Syd Barrett. Además de ser compañeros de banda, Sebastián, Borgui y Pedro conviven en un departamento del barrio de Bushwick, en Brooklyn, junto a un cuarto compañero, Felipe Campos (28), también argentino, también músico, también egresado de Berklee, y a quien se puede ver en YouTube cantando junto a Stone Giant la versión de The Ocean en el homenaje a Page.

Pedro Zappa se sumó a la banda por recomendación de Joao. “Y al Borgui lo conocimos antes, en la época del descenso de River”, recuerda Sebastián en referencia a la tarde del 26 de junio de 2011, cuando se cruzaron en una casa de Boston gracias a unos amigos en común. “Al principio no teníamos mánager. Yo me ocupaba un poco de conseguir los gigs, pero era medio paja. Borgui se consolidó en 2014, cuando se con confirmó el show de Jimmy Page. Enseguida empezó a mandar mails de prensa y consiguió una nota en TN”.

Después del éxito del concierto para Jimmy Page –y antes de instalarse en Nueva York–, Sebastián, Borgui y otros amigos argentinos se mudaron a una casa grande en Boston, que tenía su propia sala de ensayo. “Se convirtió en una casa de joda. Venía gente a zapar, a hanguear. Esa casa creó un movimiento de la gente que estaba en Boston haciendo música. La llamamos ‘La Querusa’, y ahí escribimos el disco”, recuerda el guitarrista, que canta en la banda desde que se cansó de mandarles las ideas a otros cantantes para que entendieran qué quería él desde la voz. “Naturalmente se terminó dando que yo tenía que entrenar para cantar. Al principio era medio choto, pero eso nos dio otro boost”, explica Sebastián. Haber asumido ese rol fue una señal de liderazgo, una reafirmación de aquel deseo que hizo notar desde sus primeros días como alumno de Berklee. - Billboard


"Stone Giant: la banda que formó un argentino en Berklee llega a Buenos Aires"

La banda hard rock, formada por el argentino Sebastián Fernández en la escuela de Boston, desembarca por primera vez en el Lollapalooza 2016

Fue noticia el 10 de mayo de 2014. El Berklee College of Music, famoso conservatorio de Boston en el que estudiaron estrellas mundiales, le otorgó un Doctorado Honorario a Jimmy Page en una ceremonia especial donde varias bandas de alumnos tocaron temas de Led Zeppelin como homenaje. ¡con el legendario guitarrista sentado en la fila 5! Entre esos afortunados -y acá viene el momento chauvinista- estaba Sebastián Fernández al frente de Stone Giant, grupo hard rock que comparte con un brasileño (Joao Nogueira, teclados), un chileno (Pepe Hidalgo, batería) y un portugués (Pedro Zappa, bajo). Se despacharon con "The Ocean", clásico de Houses of the Holy. Para el final del show, un combinado de todos los músicos cerró con "Stairway to Heaven" y Sebastián se encargó del solo de la canción. "Fue el mejor momento de mi vida", cuenta, sentado en un bar de Palermo, de paso por Buenos Aires. "Ensayábamos cuatro horas por día los temas. Ese solo lo practiqué durante semanas; me iba a dormir y lo tenía en la cabeza, me despertaba y seguía sonando, era una locura". ¿Y Page? "Estaba muy emocionado el chabón, se sintió honrado por la mención que le dieron, porque toda su influencia viene del blues norteamericano".

Rebobinando la historia, Sebastián es de San Fernando y se fue a estudiar a Boston en 2010, con la idea de armar su propio proyecto musical. "Me acuerdo que en una de las primeras clases, un profesor nos preguntó a cada uno para qué íbamos a Berklee y yo le respondí: 'Para formar un supergrupo'". Al primero que conoció ahí fue a Joao, un brasileño que llevaba puesta una camiseta de la selección argentina. Un día empezaron a hablar de sus bandas preferidas (Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd) y nació la idea de juntarse a tocar. Después, sumaron a Hidalgo y a Zappa, y cerraron filas. El nombre del grupo surgió de unas criaturas del El Hobbit. "No soy muy fanático de la saga de El Señor de los Anillos, pero Joao fue a ver la última y volvió con esa idea. Nos gustó cómo sonaba", recuerda Sebastián. Escribieron 40 canciones (todas cantadas en inglés) y eligieron un repertorio de 12 para su primer disco. Lo grabaron en New Jersey y lo mezclaron en Abbey Road, con ayuda de un argentino que trabaja allá, Alex Lang. "No lo podíamos creer. Fuimos al famoso Studio Two y tocamos el piano donde se grabó 'Lady Madonna'. Muy surreal todo".

La posibilidad de presentarse en Buenos Aires como parte de la grilla del Lollapalooza 2016 significa mucho para Sebastián, que por primera vez va a poder mostrar en su país todos los frutos que cosechó estos años. "Es algo que siempre lo soñé. Yo me fui para allá, pero mi objetivo era volver acá para tocar. Y lo busqué, lo busqué mucho, es algo que me imaginaba que iba a pasar dentro de cinco años. Se dio todo muy rápido, fue una gran sorpresa", asegura.

¿Cómo es un día de escuela en Berklee? ¿Hay algo de School of Rock?

Hay de todo. Al haber nacido como una escuela de jazz, hay tipos que son unos animales y van a perfeccionarse. Algunos tratan de ser algo que no son. En mi caso, yo venía de tocar mucho Hendrix y Page, y ahí me la pasaba tocando Charlie Parker y Wes Montgomery. Me abrí al jazz, pero me estaba aportando algo que no quería. De un día para el otro, dije: "Chau, hago rock" y me focalicé de vuelta en lo que me gustaba.

¿El nivel es tan exigente como se cree?

Sí, pero si practicás el tiempo necesario, te va bien. No es lo que se imagina todo el mundo. Hay gente muy buena, y gente que se pierde y se va. Primero liquidás todo lo que es el "ear training", escuchar cosas y escribirlas, solfeo, armonía. Y después hacés una especialización, que en mi caso fue "songwritter".

¿Cómo era tu rutina?

Estaba full-time en la universidad, tenía clases todos los días, y después ensayaba con los chicos. Fueron cuatro años. Ahora estoy viviendo en Nueva York y tengo una productora de shows. Me encanta llevar artistas y producir eventos. Hemos llevado a Fito Páez y a Jarabe de Palo a Boston. A veces, si produzco el show de una banda de rock, meto a Stone Giant de telonero. Una vez le abrimos dos shows a los Enanitos Verdes, en Washington, frente a un público que era todo latino, ¡y pensaron que nosotros éramos yanquis!

¿Tenés algún referente nacional?

Pappo. Se los ponía a mis compañeros de la escuela y me preguntaban qué era eso, porque hay algunas suyas que son medio Hendrix, medio Black Sabbath. Nunca fui muy expuesto al rock nacional, siempre fui muy terco con el rock clásico. Mi profesor de guitarra, cuando era chico, fue Baltasar Comotto. Me daba clases cuando tenía su trío de jazz.

¿Cómo se preparan para el Lollapalooza?

Vamos a ir 10 días antes a Buenos Aires, quiero cocinarles un asado a los pibes y llevarlos a La Bombonera. Vamos a ser de las primeras bandas del festival, no sé cuánta gente va a haber. De chico escuchaba Eminem, así que tengo ganas de verlo. También a Noel Gallagher, porque estuve en el show de Londres que Oasis canceló y se separó. Y me gustaría hablar con los Eagles of Death Metal, después de la situación tan difícil por la que pasaron en París.

¿Qué planes tienen para los meses siguientes?

Girar, girar y girar. Vamos a tocar por Estados Unidos y Europa, en todas las ciudades que podamos. Quiero estar de gira todo el año. - Rolling Stone


Discography

Stone Giant 

1) Wolf

2) Evil Son

3) Wizard

4) The Cave 

5) The Groove 

6) One Yellow Ride 

7) L.D.G

8) Brother 

9) Get By 

10) Walking After

11) Dorth Vader 

12) Nazgul 

Photos

Bio

Brooklyn-based multinational four piece band, Stone Giant is working toward shattering the glass ceiling of the predictable realm that is mainstream rock.

Stone Giant has toured US East Coast and South America independently, having shared the stage with bands such as Tame Impala, The Kooks, Walk the Moon, Twenty One Pilots, Alabama Shakes, Tyler Bryant & The Shakedown, Lynyrd Skynyrd, Peter Frampton, Smooth Ends, Enanitos Verdes, Jarabe de Palo and many others. 

Our debut album "Stone Giant" was released mid 2015. It was recorded at Water Music Studios in Hoboken NJ, co-produced by Grammy award winner engineer Fernando Lodeiro and mastered at Abbey Road Studios London by Alex Wharton. 

Band Members