Supreme Soul
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Com o lançamento previsto para 17 de Dezembro, num concerto a ter lugar no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, “No One’s All” é o álbum de estreia dos lisboetas Supreme Soul.

“As sonoridades características do Indie Rock, sobretudo do Pós-Punk, e da New Wave da década de 80 definem na sua generalidade a música dos Supreme Soul. A banda revela-se numa fusão de guitarras, sintetizadores e ritmos envolventes, construindo canções repletas de uma forte intensidade emocional e sensorial. Porém, na música dos Supreme Soul também existe romantismo e ambientes épicos, melancolia e ruídos sombrios. É desta forma que o grupo se pretende assumir no panorama artístico nacional e internacional, apresentando como primeiro álbum o No One’s All, cujo videoclipe do single, “The Perfect Place For Us”, já pode ser visto online.” (nota de imprensa)

Os Supreme Soul são formados por Tiago Nobre Dias (voz e sintetizador), João de Melo (programações e sintetizador), Alexandre M. (guitarra), Pedro Valério (baixo) e Gonçalo Salema de Matos (bateria). - A Trompa


"Acho que nos inspiramos na realidade, tal como ela é. Queremos ser sinceros e honestos na música que fazemos, e por isso as nossas experiências de vida e os conflitos do eu com essa mesma realidade são a nossa inspiração".

Nasceram em 1998, voltaram ao activo em 2007 e este ano lançaram o seu primeiro disco – “No One’s All”. Inspiram-se na realidade, nas dicotomias da vida, mas procuram formas de atingir algo superior, desconhecido, a alma suprema. Estes são os Supreme Soul e nós estivemos a conversar com eles.

A vossa primeira formação remonta, se não me engano, a 1998. Como surgiram os Supreme Soul? E porquê a escolha deste nome?

Os Supreme Soul surgem de facto em 1998. No entanto, num formato muito diferente em relação aos dias de hoje. Éramos quatro jovens a iniciar uma carreira musical, a explorar sobretudo as sonoridades electrónicas direccionadas para as pistas de dança. Uns meses mais tarde o grupo ficou reduzido a dois elementos, eu e o João de Melo, que logo desde o início assumimos a responsabilidade de mentores do projecto.

Os primeiros anos foram para nós muito enriquecedores em termos de aprendizagem aos níveis da criação musical e aspectos técnicos relacionados com a produção dos nossos temas.

O nome Supreme Soul deriva das razões pelas quais decidimos formar a banda. Acreditávamos que através da música, do simples facto de criar, poderíamos alcançar algo superior, desconhecido, experimentar outras sensações para além das nossas rotinas diárias, inconscientemente encontrar uma espécie de equilíbrio emocional talvez… A alma suprema representa tudo isto e muito mais. É um conceito abrangente com um número quase infinito de interpretações. E foi por isso que nem sequer equacionámos a possibilidade de adoptar outro nome quando em 2007 decidimos renovar a sonoridade dos Supreme Soul. O nome do grupo e as canções… tudo continuava a fazer sentido.

Lançaram um EP em 2007 intitulado “Vision” e depois em 2008 outro chamado “Love and Shadows”. Ambos foram extremamente bem recebidos e granjearam-vos comparações a bandas como Joy Division, New Order e Depeche Mode. Como foi para vocês receber tanta atenção logo no início?

Ficámos muito surpreendidos. Não só pelas comparações, mas também pelo facto de o público ter compreendido de uma forma muito clara o novo conceito sonoro do grupo e o conteúdo das nossas canções. Ao mesmo tempo, sentimos uma responsabilidade acrescida quando referiam bandas como os Joy Division, New Order, Depeche Mode, entre outras. São nomes que marcaram a história da música e os anos 80 em particular. A partir desse momento, a nossa própria identidade colectiva ganhou consistência e um certo peso junto das pessoas e dos media.

Lançaram agora o vosso primeiro álbum, “No One’s All”. Foi um percurso difícil até chegarem aqui?

Penso que foi o percurso inevitável para uma banda independente com espírito empreendedor; acrescento nesta matéria que o “No One’s All” é uma edição de autor. É verdade que tivemos que ultrapassar muitos obstáculos e alguns de nós viveram mudanças muito profundas nas suas vidas, quer a nível pessoal como a nível profissional, mas creio que essas adversidades acabaram por atribuir ainda mais sentido ao que estávamos a querer concretizar. E em algumas canções referimos exactamente isso, até mesmo no nome do disco…

Sentiram que por os vossos EPs terem sido tão bem recebidos tinham que corresponder às expectativas que entretanto tinham sido criadas?

Sim, claro. Repara, a determinada altura, um pouco antes do início das gravações do disco alguém nos disse que éramos os Joy Division Portugueses. É claro que nunca nos assumimos como tal, longe disso, mas muitos foram os comentários realizados deste tipo aos Supreme Soul. E para quem tem como principal influência a música dos anos 80 significam muito. Sabíamos que tinham sido criadas expectativas em relação ao nosso primeiro disco de longa duração, contudo não queríamos viver dos rótulos nem restringir a nossa liberdade criativa no processo de composição das canções do “No One’s All”.

Como foi o processo de composição e gravação das canções?

Antes de mais, foi um longo processo, o que nos obrigou desde o início a uma disciplina de trabalho, dedicação e empenho constantes. Quando penso nisso, sinto um enorme orgulho porque conseguimos realmente atingir os nossos objectivos com este disco. As canções, as letras, a sonoridade, o conceito… tudo fazia parte de uma visão. Ao idealizarmos a conjugação certa de todos estes elementos, o processo de composição e gravação das canções foi guiado por linhas de orientação bem definidas, e foi ao mesmo tempo um enorme desafio dada a espontaneidade e dinâmica com que as ideias surgiam. Penso que em termos de composição, as letras escritas para as canções do disco assumiram uma importância relevante, influenciando a abordagem aos instrumentos, melodias, ambientes, etc. No fundo, conseguimos garantir uma coerência entre a vertente musical e a concept - Rua de Baixo


Discography

Vision (2007)

Love and Shadows (2008)

No One's All (2011)

Photos

Bio

After a few forays into electronic music, the 80 post-punk movement inspired the Supreme Soul in 2007 with the launch of their first EP Vision, worthy of attention in the media as an album with pop / rock and electronic influences of the eighties. To band members Tiago Nobre Dias, João de Melo, Pedro Valério, Alexandre M. e Gonçalo Salema de Matos it was an exploration phase in order to find a collective identity.
The consolidation and affirmation of this musical approach appear in the EP Love and Shadows in 2008. The band immediately conquers the general public and critics, and bands such as Joy Division, New Order and Depeche Mode, among others, are called to characterize the music of Supreme Soul.
In 2008, the EP's songs were included on playlists of many national radio stations, attracting the interest of musical promoters and show houses. Later that year, the group promotes a series of concerts around the country, in areas of musical and cultural reference as Musicbox, Contagiarte, Gallery of Disquiet, etc.
After participating in Musa Festival in June 2008, the group concluded it was time to work on an album of originals - No One's All - with a defined path and clear objectives. The music and mystique of live performances of Supreme Soul honor a movement, an attitude and a very unique musical identity.