Tijuquera

Tijuquera

BandPopReggae

It’s easy to feel that the sounds of Tijuquera comes from the sea from the love of who contemplates this immensity of salty water. They show original compositions and the one strong electro-acoustic instrumental.

Biography

On the 90s, a strong submersion in the Brazilian rhythms marked the appearance of artists and bands that had rescued our cultural identity. This new MPB (Brazilian music) also made to appear in 1994 - in Florianópolis, a band who presents a pure format of these trends, singing the nature, events of the world and the contemporary man. To this band was given the name Tijuquera, making allusion to uncle Juca, (a man known in the county as Juquera). The band is composed by Márcio DaVila, Zé Caetano, Alexandre DaMaria, Márcio Costa, Nilinho Adriano and Rodrigo Poeta.
It’s easy to feel that the sounds of Tijuquera comes from the sea, between one moment and another was born INOXSAMBÁGUA (2000), from the love of who contemplates this immensity of salty water.
In 2001 the boys of Tijuquera moved out to Rio de Janeiro gain experience of living into a big metropolis, a city essentially directed toward the culture and full of contradictions. In the middle of a mess such as Rio, the group searched its identity and in this process was born the second record: “OS DEUSES NÃO SÃO OS HOMENS (2004)”.
The band produced the third CD – QUEM QUISER É ISSO AͅTIJUQUERA (2006) with a musical experience from those who love its work and its music. They had congregated all musical experiences accumulated on the records of the others CDs, shows, trips, challenges and have come to a time of their career that they would be able to affirm: we are like this…
“They show original compositions and the one strong electro-acoustic instrumental”
Antônio Carlos Miguel – Brazilian Newspaper O GLOBO - RJ

Lyrics

Amarelo-milho

Written By: Andrey Fernandes

Como verde capim
As asas de um louva deus
Teus olhos ardem em mim
Como se eu fosse teu

Ardem também aos loucos
Um olhar inibindo o seu
Um choque, um desgosto
Algo que se perdeu

Uma palavra solta
E as outra que virão
Do céu da tua boca,
Dessa imensidão
Dessa imensidão.

Como amarelo milho
E as espigas não
O sol que queima o trigo
E pousa nesse chão

Queima também teu corpo
Que quer me amar
Mas todo, todo gosto
A língua é quem nos dá

Quera +

Written By: DaVila

Outdoor, propaganda na TV
Em tudo, tudo que se vê
Dizendo, alardeando
Consuma, seja consumido
Não perca, já está perdido
O mês do futuro
Que Deus nos guarde desse mundo

Outdoor, propaganda na TV
Em tudo, tudo que se vê
Dizendo, alardeando
Consuma, seja consumido
Não perca, já está perdido
O mês do futuro
Que Deus nos livre desse juros

Quera +, quem dá +, Quera +, te dê
Quera +, quem dá +, Quera +, te dê

Outdoor, propaganda na TV
Em tudo, tudo que se vê
Dizendo, alardeando
Consuma, seja consumido
Não perca, já está perdido
O mês do futuro
Que Deus nos livre desse juros

Quera +, quem dá +, Quera +, te dê
Quera +, quem dá +, Quera +, te dê

Quera +, quem dá +, Quera +, te dê
Quera +, quem dá +, Quera +, te dê (3x)

Dou-lhe uma,
Dou-lhe duas,
Dou-lhe três,
Vendido!

Vista do Canal

Written By: DaVila/Rodrigo Poeta

Faz calor e tudo quer mudar
Eu sou do verão e sou do mar
Sou da brisa dessa praia
Sou do fogo dessa areia

Vejo o sol descer mais devagar
Sei da nuvem passageira que vem
Das trovoadas da estação
Quanta água aqui cai
Água...aroeira vem, crescer aqui
Nessa terra verde onde o mar bate em mim

Eu sou ilhéu
Sou da vista do canal
Do litoral
Sou do mar do meu Brasil, meu irmão

Do verão, do mar, do mar, do mar...

Os Deuses Não São Homens

Written By: Ricardo Emmanuel / DaVila

Os deuses não são os homens!
Os deuses não são os homens!

Palavras são os homens!
Os papas são os homens!
Os diplomatas são os homens!
E os que fazem as coisas agirem?
São deuses não são os homens!

Os homens não são os deuses!
Os homens não são os deuses!

As estrelas são os deuses!
As plantas são os deuses!
Os peixes são os deuses!

E os que fazem as coisas regredirem,
São os deuses?

Não.
São os homens!

Camaleão

Written By: DaVila

Sinto indefinida cor
Eu quero a cor
A cor é do camaleão

Às vezes, eu vejo a luz
Não sei se é
Apenas um flash da ilusão

Ainda não encontrei a forma padrão
A pura forma da transformação
O povo é convertido em vegetal
Esperando os benefícios do Maná

Gente que se dá
Jeito que se tem
Que se vai, que se vem
Pra poder viver também

Gente que não tem
Nessa terra de ninguém
Que come pedra o dia inteiro
Pra depois dizer: “amém!”

Sinto indefinida cor
Eu quero a cor
A cor é do camaleão

Às vezes, eu vejo a luz
Não sei se é
Apenas um flash da ilusão

Ainda não encontrei a forma padrão
A pura forma da transformação
O povo é convertido em vegetal
Esperando os benefícios do Maná

Gente que se dá
Jeito que se tem
Que se vai, que se vem
Pra poder viver também

Gente que não tem
Nessa terra de ninguém
Que come pedra o dia inteiro
Pra depois dizer: “amém!”

Eu quero é a carcaça do camaleão
Para,entre os vegetais mudar de cor

Meu Pequeno Mundo

Written By: Rodrigo Poeta

Ela vem andando só
Carregando uma flor na mão
E uma argola de prata em cada orelha

Rompe a noite o seu cantar
Soltando versos pelo ar
E contando os segredos pras estrelas

Vem pra me deixar com uma vontade
de lhe dar um beijo
Bem no meio da sua boca linda
Ai ai ai

Ela vem andando só
Carregando uma flor na mão
E uma argola de prata em cada orelha

Rompe a noite o seu cantar
Soltando versos pelo ar
E contando os segredos pras estrelas

Vem pra me deixar com uma vontade
de lhe dar um beijo
Bem no meio da sua boca linda

Vou lhe trazer meu pequeno mundo
Na ponta da língua
Apesar de tudo, quero cantar
e ver o mar lhe banhar

Afluente

Written By: DaVila

O mundo cabe na palma da minha mão
E como o mundo é pequeno aflito sem proteção
Cada um mil universo somos todos um de nós
O verso virou reverso eu não sou mais quem seria

Se somos volúveis pra que dissimulação
Vives preso pelo medo e sabes que existe o mar
Oceano nos deslumbra falamos de imensidão
Caminhando pela areia voamos na direção

Deságua no rio ele mantém seu leito
Queremos afluente, Afluente perfeito

Deságua no rio ele mantém seu leito
Queremos afluente, Afluente perfeito

O mundo cabe na palma da minha mão
E como o mundo é pequeno aflito sem proteção
Cada um mil universo somos todos um de nós
O verso virou reverso eu não sou mais quem seria

Se somos volúveis pra que dissimulação
Vives preso pelo medo e sabes que existe o mar
Oceano nos deslumbra falamos de imensidão
Caminhando pela areia voamos na direção

Deságua no rio ele mantém seu leito
Queremos afluente, Afluente perfeito

Eeeeeééé...

"ô Ana Maria! ô Ana Maria! ô Ana Maria!
ô Ana Maria! ô Ana Maria! ô Ana Maria!"

Mentiras São Pra Acreditar

Written By: Rodrigo Poeta

Essa cara minha agora que desmancha
Na paz do tempo, eu sou quem sou
Eu quase mundo sonho muito
Nossas horas correm atrás do relógio

Mais um dia já virou passado
Na paz do tempo revirou
Rapidez, velocidade
Um olhar sem fundo é só mais um disfarce
Mentiras dão o tom pra quem quiser dançar
Mentiras são pra acreditar

Sujeira vem na maré cheia
Vai de volta pro mar

Água Tá Clara

Written By: DaVila

Água ta clara, o sol queimando fogo
Sempre o fera na minha jogada – a praia

O canal da barra, na cheia da maré
Dá na lagoa – espelho da minha alma

Um boi sobre a mata
Sobre a água dessa ilha
Que eu nem sei
Se é ainda a nossa cara

Se a antiga desterro se foi
Se hoje é carro onde era boi
Se hoje é barro onde era água
E, no lugar de um “bom dia!”,
De um “oi!”: “quanto custa?”
“Quanto foi?”

Ao menos ainda nos resta esse mar d’água
Senhora dos navegantes
Abençoai cada resistente
Segue o rumo, vai canoa
Segura, força
Na mão o leme

Cabelos de Sal

Written By: DaVila

Eu já nasci tranqüilo
não venha me apressar
Por favor, não me apresse não
Deixa pra mim a graça,
A graça da contemplação
Guarda pra si a pressa
E o ardor por qualquer ação
Tomei gosto foi por seu sorriso
Ao cair do sol brisa amarela
Cabelos de sal lambendo a areia
Um beijo lascivo em minha boca
Um beijo seu

Água do Rio

Written By: Andrey Fernandes / Tiago Nogueira

Água do rio
Que veio doce
Da tua boca
Bem já saiu
Dessa fonte
Quase rouca
Ondas de sol
Que quebram fortes
Em tuas fontes
Nesse córrego de antes
Tudo passa
Tudo é líquido e constante
Nessa fala

O Céu é mais Além

Written By: DaVila/Andrey Fernandes

O céu ainda é mais além
Do azul que cai nos teus olhos cor de mel
E o céu que é céu que é céu não tem
Não tem não tem
O mar é céu por um momento
Final de tarde, azul escuro mais bonito
O mar, o céu, o mel dos olhos
São teus, são teus, são teus
A noite vai te trazer estrelas
O riso vai te deixar mais linda

Passinho

Written By: DaVila

Olha o passinho que ela dá
É tão leve
Olha o passinho que ela dá
Meu deus
Esse passo é só pra andar
No entanto, nem parece
Tamanho é o charme que há
No seu jeito de pisar

Discography

TIJUQUERA FLORIPA GROOVE - 2007
QUEM QUISER É ISSO AÍ - 2006
OS DEUSES NÃO SÃO OS HOMENS - 2004
INOXSAMBÁGUA - 2000

Set List

1. vinheta abertura (Alexandre Damaria / Rodrigo Poeta / Zé Caetano)
2. Amarelo-milho (Andrey Fernandes)
3. Quera + (DaVila)
4. Vista do Canal (DaVila / Rodrigo Poeta)
5. Na Pressão (Lenine)
6. Os Deuses Não São Os Homens (Ricardo Emmanuel / DaVila)
7. Camaleão (DaVila)
8. Meu Pequeno Mundo (Rodrigo Poeta)
9. Floripa Groove Drum n Bass (Alexandre Damaria/Victor Bub/Rodrigo Poeta)
10. Afluente (DaVila)
11. Mentiras São Pra Acreditar (Rodrigo Poeta)
12. Cabelos de Sal (DaVila)
13. Who The Cap Fit (Bob Marley)
14. Água do Rio (Andrey Fernandes / Tiago Nogueira)
15. O Céu É Mais Além (Andrey Fernandes / DaVila)
16. Lestada (DaVila / Nilinho Adriano)
17. Passinho (DaVila)
18. Água Tá Clara (DaVila)