Zé Perdigão
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"A nova geração de fadistas"

Com a morte de Amália Rodrigues, a 5 de Outubro de 1999, deixou de se ouvir a voz de Portugal e muitos se perguntaram quem preencheria o espaço deixado vago pela grande fadista. Foi a mesma pergunta que abordei no artigo "Tudo isto é fado?" Oder: was kommt nach Amália? publicado na nossa edição especial que teve por tema central a morte de Amália (Portugal-post 9). Entre os nomes ctados nesse contexto aparecia-me, na altura, o de Dulce Pontes como o mais prometedor (...) Mas outros nomes têm surgido, tantos que já se fala numa nova era dourada do fado (...) nenhuma das fadistas pode consederar-se herdeira directa da "deusa do fado", porque Amalia só há uma e é inimitável. Mesmo assim ficamos impressionados com o grande elenco de fadistas que têm dado nova vida ao fado E quase nos fazem esquecer que também há alguns novos nomes entre os fadistas masculinos (...) A nova grande descoberta vem de Guimarães: Zé Perdigão (28 anos). Foi descoberto por José Cid e integra-se na tradição do fado canção. No seu cd Os Fados do Rock (2008), canta com muita alma e, quiçá, será ele um dia a grande vedeta do fado em voz masculina.
- Peter Koj


"Zé Perdigão adapta temas de rock ao mundo do fado"

É unha idea excelente a de converter temas abondo coñecidos no eido do rock portugués en pezas de fado. O produtor José Cid é a alma deste traballo discográfico, titulado Os fados do rock, que significa o debut do cantante vimaranense Zé Perdigão.
Nesta obra escoitamos versións fadistas de cancións popularizadas por Gift, Jorge Palma, Herois do Mar, Rádio Macau, Rui Veloso, Paulo Gonzo, Xutos & Pontapés, Ala dos namorados, Paulo Bragança e o engadido do tema Pastor, que foi un dos sinais de identidade sonora do grupo Madredeus. O prestixio de Cid en Portugal é moi grande e amosa ter unha visión moderna e creativa neste álbum, que é quen de romper prexuízos e aportar algo moi positivo con ese achegamento de dous mundos diferentes, mais que teñen en común pertencer á esfera das emocións que provoca a música. Ademais, o xeito de elaboralo musicalmente revela unha clara habelencia e intelixencia á hora de abordar os arranxos das cancións que compoñen este interesantísimo traballo.
Precisamente o propio Zé Perdigão deu os seus primeiros pasos artísticos en bandas de rock no seu Guimarães natal e agora móvese con soltura nos territorios do fado. Di José Cid que a voz de Zé é “única, profunda e de expresión impar. De cando en vez aparece xente cantando así, mais resulta moi raro que aconteza”. Sen dúbida estamos diante dun cantante especial, que interpreta dun xeito pouco convencional e que aporta unha personalidade acusada á hora de debullar as letras dos temas escollidos para este Os fados do rock, dos que merecen especial destaque Fácil de entender, Homem do leme e A gente não le, cunha letra fantástica.
Os compañeiros da prensa lusa ata salientan o feito de que Perdigão non adopta a estética propia dun fadista. Benvidos aqueles que rompen moldes desde unha óptica creativa que sabe dar novas visións cun traballo serio e ben formulado. Esperemos que agora algunha distribuidora decida pór este disco en circulación no mercado español.
- Óscar Losada (Wed, 14 Jan 2009)


"Zé Perdigão, uma grande voz"

É uma das melhores novidades dos últimos tempos na música portuguesa. Zé Perdigão canta e encanta e faz do fado a montra para a sua voz.
Belém Bar, em lisboa, foi o local escolhido para o lançamento de Fados do Rock, o primeiro disco de Zé Perdigão, um jovem cantor apadrinhado por José Cid. O novo artista é dono de um vozeirão e apostou em vários temas de bandas bem conhecidas dos portugueses, dando-lhes uma roupagem de fado canção.
Zé Perdigão, de 28 anos, é natural de Guimarães e viu chegar a sua oportunidade para se impôr. Para trás fica um percurso e humildade e paciência.
- Mariana nº273


"O fado nasce connosco, não se aprende"

Nasceu um fadista. Zé Perdigão, abreviativo artístico de José, "porque o fado é para ser do povo e para o povo", não é de Alfama ou da Mouraria, nunca cantou em casas de fado, não conhece de cor os meandros e as ruelas do fado vadio, mas sente-o, como se fosse seu, sem o ser, quando começa a trinar a primeira guitarra.
Tem tanta força na expressão com que canta que quase nos deixa desconfortáveis na cadeira, enquanto o silêncio que se pede, sem que se ordene por palavras, é quebrado por figuras de estilo em forma de espanto, de inquietude e olhares que se preenchem não se sabe bem do quê, mas que brilham logo a partir da primeira sílaba. E começa a murmurar-se na sala que se torna mais quente e apertada, enquanto as emoções tomam conta primeiro do espaço e depois do interior de cada um.
As referências de Zé Perdigão remontam ao fado e à música étnica. Aos 28 anos, lança-se no mercado discográfico com Os Fados do Rock, em que transporta para o fado as canções de um imaginário comum onde, à primeira vista, a guitarra portuguesa não tinha lugar marcado. Dos Gift a Jorge Palma, dos Xutos & Pontapés aos Rádio Macau... "Então e porque não!?"
José Cid, que o descobriu por acaso, num final de tarde em Guimarães, nunca mais o perdeu de vista. "É algo raro... De vez em quando aparece gente a cantar assim, que se há-de fazer!" Zé sorri, sobe ao palco, canta. - Noticias Sábado (JN) 23 August 2008


Discography

Fados do Rock (vinyl/Farol - 2008)

Photos

Bio

Zé Perdigão is a young singer from Guimarães, Portugal. Since he was a child Zé Perdigão was in contact with music. With the age of 7 years old he revealed skills to sing and easily become solo voice at the local orfeon.
Through his career, first as amateur and than as semi professional, Zé Perdigão has received several awards of interpretation.
Now he is 28 years old and the productive work with his producer - José Cid - has take him to a higher level of his carreer.